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Integridade em meio a emergências físicas

Publicado em 22 julho 2020

Estudo contém recomendações para manter a qualidade da avaliação de documentos clínicos diante do sofrimento pandêmico

Um estudo publicado por pesquisadores na Espanha, Dinamarca e Canadá na revista Nature Huguy Behavior descobriu que as revistas clínicas levaram em média seis dias para comparar e aceitar artigos publicados na Covid-1nine nas primeiras 12 semanas da pandemia, em um esforço sem precedentes para fornecer efeitos rápidos capazes de mitigar os efeitos da emergência fitness. Esse processo, que chega aos estudos por meio de editoras e acadêmicos que trabalham no tema dos artigos, levou em média cem dias em tempos gerais. A organização revisou todos os artigos no banco de dados pubmed entre 30 de janeiro e 23 de abril e contou à revista a publicação de 367 artigos sobre a doença, seja uma semana.

Liderado pelo hepatologista Jeffrey Lazarus, do Instituto de Saúde Global da Universidade de Barcelona, o estudo expressou preocupação com o desgaste que essa velocidade pode causar à credibilidade da ciência, quando artigos contendo erros ou fraudes são publicados inadvertidamente.

O site Retraction Watch compreende 22 estudos sobre Covid-1nine que foram revelados através de publicações clínicas ou repositórios pré-impressos, um pequeno número em um universo de mais de 40.000 trabalhos publicados, mas com a possível causa do ruído. Para reduzir a ameaça e os danos, Lázaro e seus colegas propõem um roteiro para recomendações para estudiosos, editores e autoridades. Uma sugestão é o uso de checklists que permitam aos editores avaliar a solidez da técnica ou estudos estatísticos dos estudos para determinar se os efeitos apresentados fazem sentido ou são consistentes com a proposta original da obra. Essas listas de verificação não parecem novas, mas os autores veem evidências de que eles não são os melhores amigos observados em estudos categóricos de manuscritos durante a pandemia.

A iniciativa Stgown (Fortalecendo Observações de Estudos Observacionais em Epidemiologia) é um destaque, segundo o Grupo Lázaro. Criado em 2000, por meio da Universidade de Berna, na Suíça, contém uma série de dados sobre a concepção de estudos que estudos epidemiológicos devem dar para que a confiança tenha confiança na qualidade dos resultados, como os critérios para estabelecer a participação dos participantes. , a descrição de formulários estatísticos e esforços para distorcer. Outro exuficante é Consort (acrônimo para Consolidated Standards for Trial Communication), projetado para monitorar os resultados de ensaios clínicos.

A Associação Europeia de Editores Científicos emitiu uma audiência em abril sobre as precauções obrigatórias no procedimento de revisão de artigos pandêmicos. As sugestões vêm com incorporação aos artigos por meio de autores descrevendo os limites em seus achados, quando se baseiam em modelos computacionais e não em estudos de seres vivos ou quando são ajudados por uma pequena variedade de pacientes, como um excesso, e também antecipa esse conhecimento bruto que ajuda a disponibilizar estudos.

A variedade de estudiosos para analisar os artigos é outro ponto vulnerável, que termina no trabalho: é obrigatório que o reedutivo seja capaz de fazer um estudo rápido e ao mesmo tempo rigoroso. A notícia perfeita é que existem máquinas que se deleitam em uma posição que é eficaz em árbitros de escolaridade, como o COBPeer, que utiliza checklists fornecidos através da iniciativa Consorte. “O desafio de disseminar um grande volume de estudos no contexto de uma emergência de aptidão estrangeira terá que ser identificado como uma resolução para o símbolo refletido de última geração e a implementação de respostas que coloquem confiança contínua no processo de publicação clínica”, escreveram Lázaro e seus colegas. “As sessões aprendidas podem ser capazes de publicar publicações clínicas adicionais nos próximos anos.”

A organização também sugere investimentos na retenção de dados clínicos no Covid-1nine e cita projetos que devem ser promovidos, como bancos de dados que coletam milhares de artigos aplicáveis ao coronavírus quente. Um exuficante é o LitCovid, criado por meio da Biblioteca Nacional de Medicina, que reúne mais de 30.000 livros publicados e permite estudos por categoria (estudos de caso, cenários, prevenção, etc.) e através da luta contra a teimosia em qualquer um dos manuscritos. Outro é o Novo Banco de Dados Coronavírus da Organização Mundial da Saúde (OMS), que inclui mais de 40.000 livros. Há também projetos que buscam avaliar e sintetizar a sabedoria acumulada sobre a doença, como a Biblioteca Cochrane, que criou um segmento em Covid-1nine com artigos reperspectivos e reperspectivos publicados, a Bloomberg Johns Hopkins School of Public Health, que trouxe consigo uma equipe de 40 especialistas para realizar estudos intensivos com efeitos promissores ou que atraem muita atenção a partir do clique e das mídias sociais.

Outros projetos estão em andamento. O editor do MIT Press anunciou a criação de uma nova revista clínica, Rapid Reviews: Covid-19, fiel à produção de revistas pré-publicadas no coronavírus quente, com o ponto de destacar estudos de influência e relatar aqueles envolvendo erros ou vieses Preprints são pinturas que ainda não foram revisadas por pares, com efeitos iniciais publicados em repositórios públicos para estudos e reclamações através de outros especialistas : na pandemia, milhares dessas pinturas no coronavírus quente foram disponibilizadas. “As preimpressões são um grande crédito pela comunicação clínica, mas trazem alguns perigos, como vimos com alguns exemplos baseados em métodos falhos”, disse Nick Lindsay, diretor de periódicos da MIT Press, à StatNews. A nova revista usará uma fórmula de inteligência artificial desenvolvida no Lawrence Berkeley National Laboratory para classificar pré-impressões por campo e novidade.

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