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Instituto Butantan desenvolve pomada contra picada de aranha-marrom

Publicado em 17 dezembro 2018

O Tarde Nacional - Amazônia desta segunda-feira (17) falou sobre uma nova pomada desenvolvida pelo Instituto Butantan de São Paulo, que visa tratar as vítimas do aracnídeo Loxosceles, mais conhecido como aranha-marrom. A entrevistada foi a pesquisadora do Instituto e do Centro de Toxinas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Denise Tambourgi.

Denise explicou que, na maioria dos casos, quem é picado por esta aranha tem lesão na área atingida. Essa lesão é uma consequência secundária da picada na pele.

Além de explicar a composição da pomada e os testes envolvidos em sua produção, a pesquisadora também falou sobre os perigos que a picada deste animal representa. Caso a pessoa infectada não busque atendimento médico , o veneno pode causar grave lesão no local e até mesmo o óbito da vítima.

O Instituto Butantan também produz, há alguns anos, um soro com os mesmos objetivos, porém em quantidade limitada. Mas, de acordo com Denise, é a primeira vez em 20 anos que os pesquisadores conseguem isolar a proteína mais importante do veneno, podendo então estudar os mecanismos de ação da toxina.

O Tarde Nacional - Amazônia vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 13h, pela Rádio Nacional da Amazônia. A apresentação é de Juliana Maya.

Ouça a entrevista completa no link abaixo.