Notícia

Agência C&T (MCTI)

Instituição francesa busca possíveis parcerias com o Inpa

Publicado em 06 julho 2011

Na manhã de terça-feira (5), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) recebeu a visita do grupo de representantes do Instituto de Pesquisa de Ciência e Tecnologia para o Meio Ambiente (Cemagref).

A visita da comitiva ao Brasil tem como objetivos conhecer os parceiros brasileiros, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade de Brasília (UnB); melhorar o conhecimento sobre as questões ambientais brasileiras; reunir com instituições de pesquisa como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico(CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp); e também a prospecção das possibilidades de colaboração tecnológica.

“Viemos ao Brasil para encontrar os principais sócios, primeiramente, para falar sobre a parceria entre a Cemagref e essas instituições. Mas também viemos conhecer melhor o Brasil, a região amazônica e a pesquisa ambiental realizada pelo Inpa”, explica adiretora de relações internacionais do Cemagref, Névine Kocher.

Durante a reunião, as instituições apresentaram seus focos de estudo e principais trabalhos desenvolvidos, além de discutirem sobre os efeitos das mudanças climáticas na Amazônia e as consequencias que essas mudanças podem causar no futuro sobre todo o mundo.

Para o diretor geral da Cemagref, Roger Genet, o Inpa é uma das instituições que mais geram interesses em parcerias por terem linhas de pesquisa que se parecem com as que são realizadas na França, como com a água e o manejo do solo. “O Brasil é um belo país e assim como o Inpa nós temos o mesmo sentimento na busca de soluções dos problemas”, enfatizou.

O chefe de gabinete do Inpa, Sérgio Guimarães, crê que com essas avaliações preliminares existe a possibilidade de colaboração e intercâmbio científico. “Nós podemos sim buscar um ponto de interesse comum para desenvolver essa possível cooperação. Acredito que essa reunião é bastante promissora e nós ainda precisamos saber como dar o próximo passo”, conclui Guimarães.

O grupo segue para Brasília, dando continuidade a agenda de visitas programada até o dia 13.