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Historiadora da Unesp de Assis foi escolhida para Comitê do CNPq

Publicado em 05 outubro 2018

A professora e pesquisadora Nível 1 A em História, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Tânia Regina de Luca, do Departamento de História da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp, câmpus Assis, foi escolhida por pesquisadores de todo o país para vaga no Comitê de Assessoramento da área de História do CNPq, cuja função é colaborar com a Coordenação do Programa de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais (COCHS), no julgamento de propostas de apoio à pesquisa e de formação de recursos humanos.

“A presença de pesquisadores da Unesp em Comitês do CNPq mostra que a Universidade tem quadros qualificados, confiáveis e reconhecidos em todo país. No entanto, mais do que uma honraria é trabalho, pois, se trata de julgar todos os pedidos da área que são submetidos ao órgão federal”, afirmou Tânia de Luca.

A professora é livre-docente em História do Brasil Republicano, desde 2009, pela Unesp. Já foi editora da "Revista Brasileira de História" (ANPUH, biênio 1999/2001) e da revista "História" (Programas de pós-graduação em História da Unesp/Assis e Franca). Por duas vezes coordenou o Fórum Nacional de Programas de Pós-graduação em História da ANPUH, na condição de secretária geral da entidade (biênios 2007/2009 e 2015/2017). Também já foi segunda tesoureira da ANPUH (biênio 2001/2003) e vice-presidente (biênio 2013-2015), quando coordenou a organização do Simpósio Nacional da entidade.

No momento, desenvolve pesquisa sobre a imprensa, entre as décadas finais do XIX e os primeiros decênios da centúria seguinte, além de ser a principal pesquisadora no projeto temático "A circulação transatlântica dos impressos. A globalização da cultura no século XIX", financiado pela Fapesp (Processo 11/07342-9, vigência set. 2011 a ago. 2016). Junto ao CNPq, é responsável pelo projeto “Estudos de jornais em língua estrangeira” (TRANSFOPRESS Brasil).

O mandato é de três anos e a escolha foi realizada após consulta entre pesquisadores, em agosto deste ano, por meio eletrônico. Uma decisão que foi validada pelo Conselho Superior do CNPq.

Assessoria de imprensa