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Há mais de uma década Fipase promove inovação em Ribeirão Preto

Publicado em 05 fevereiro 2014

Há mais de uma década, a Fipase (Fundação Instituto Polo Avançado de Saúde) tem sido peça chave no apoio à inovação e no desenvolvimento de empresas de base tecnológica em Ribeirão Preto. Criada em 2001, por meio de Lei Municipal, a Fipase nasceu para atuar no desenvolvimento da indústria de equipamentos e produtos da área da saúde, mas a larga experiência no fomento à pesquisa e desenvolvimento fez com que a Fundação estendesse o apoio aos setores de software, biotecnologia e cosméticos.

O primeiro projeto desenvolvido pela Fipase foi a Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica que, desde 2003, já prestou apoio e assessoria a 114 empresas. “Com o tempo, as atividades foram expandidas e a Fipase passou a apoiar não só o surgimento de novas empresas, mas também empresas já estabelecidas em Ribeirão Preto”, explicou Adilton Carneiro, diretor presidente da Fundação.

Sem fins lucrativos, a Fipase conta com aportes anuais da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto que, continuamente, intensifica seu apoio. “A expansão dos trabalhos nos últimos anos, não somente em termos de setores apoiados, mas também pela criação do Centro de Tecnologia e, agora, do Parque Tecnológico, vem exigindo um aumento do quadro de funcionários, além de trazer outras despesas. O suporte a esses custos vem justamente de repasse orçamentário da Prefeitura", explicou Dalton Marques, gerente da Fipase. Ele acrescenta que, desta forma, a Fundação acaba assumindo um papel de promotora do empreendedorismo e do desenvolvimento econômico e tecnológico em Ribeirão Preto.

Além da Prefeitura do município, a Fipase também busca recursos junto a outras esferas governamentais: de ministérios e secretarias estaduais, além de órgãos de fomento como o Capes, CNPq, FAPESP e FINEP, de onde são obtidos recursos para investimentos, como a compra de equipamentos e a construção de prédios. “O aumento no número de captação mostra a competência da Fipase para a elaboração, execução, acompanhamento e prestação de conta de projetos”, avaliou Adilton Carneiro.


Para o diretor-presidente, a seriedade do trabalho desenvolvido pela Fundação se traduz no número de projetos elaborados e/ou apoiado que obtêm êxito: aproximadamente 60%. Outro exemplo, segundo Carneiro, está no fato de que desde 2010, 4% das bolsas do Programa de Formação de Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE) cedidas pelo CNPq no país foram para empresas assistidas pela Fipase.

Marca Supera

Uma das principais conquistas da Fipase é a marca Supera que dá nome ao Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, à Incubadora de Empresas e ao Centro de Tecnologia – antigo Cedina (Centro de Desenvolvimento e Inovação Aplicada em Equipamentos Médico-Hospitalares e Odontológicos). “A escolha do nome Supera para o Parque e para todas as âncoras tecnológicas e empresariais a serem instalados no local deve-se a marca ser forte e conhecida, conhecimento motivado principalmente pelos prêmios recebidos pela Incubadora”, explicou Carneiro.

Com a implantação do Supera Parque Tecnológico, todas as âncoras devem ficar reunidas em um mesmo ambiente. O Parque está localizado no Campus da Universidade de São Paulo (USP), outra entidade que faz parte da história da instituição devido aos diversos projetos conjuntos já desenvolvidos. “No segundo momento, vamos implantar o Supera Aceleradora de Empresas com objetivo de acelerar o desenvolvimento tecnológico e de gestão das empresas de base tecnológica. Para isso, teremos parcerias de fundos de Capital de Risco”, revelou Adilton Carneiro.

Incubadora de Empresas

Primeiro projeto desenvolvido pela Fipase, a Incubadora de Empresa tornou-se realidade em junho de 2003, com a finalidade de auxiliar na criação de empresas de base tecnológica. Ao todo, 114 empresas passaram pela incubadora: destas, 29 são atualmente apoiadas pela Supera.

Hoje, a incubadora funciona em quatro unidades: Hemocentro, Campos Elíseos, Campus da USP e Supera Educa, no Colégio Marista. As duas primeiras serão transferidas para o Parque Tecnológico ainda nos primeiros meses de 2014.

APL da Saúde e Centro de Tecnologia

Em 2008, Ribeirão Preto recebeu a chancela de Arranjo Produtivo Local das Indústrias de Equipamentos Médicos, Hospitalares e Odontológicos (APL EMHO), graças a um acordo de resultados entre Fipase, SEBRAE e CIESP para a promoção da cultura de cooperação entre as aproximadamente 70 empresas do setor .

Pela demanda dos empresários do APL, a Fipase criou o Cedina, hoje chamado de Supera Centro de Tecnologia, responsável por testes e certificações de equipamentos. Inaugurado em 2010, o Centro de Tecnologia funciona atualmente na Unidade Campos Elíseos e será  transferido para o Parque Tecnológico, assim que ele for inaugurado.

Parque Tecnológico

O Parque Tecnológico é a materialização das políticas públicas e dos esforços da iniciativa privada desenvolvido ao longo dos anos. Em estudo desde 2005 pela Fipase, o Parque será um habitat de inovação que tem em seu conceito o respeito ao tripé da sustentabilidade, e a participação de empresas e universidades. A primeira etapa do Parque será inaugurada ainda no primeiro semestre de 2014.

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