O que a ciência já sabe sobre a relação entre atividade física e COVID-19 e o que ainda precisa ser investigado? O professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) Bruno Gualano buscou responder a essas duas questões em editorial recentemente publicado no British Journal of Sports Medicine.
“Algo que foi especulado no início da pandemia e hoje está demonstrado de forma bastante consistente é que pessoas fisicamente ativas tendem a ter uma doença mais branda quando infectadas pelo SARS-CoV-2. O conjunto de pesquisas sobre o tema sugere que, em média, essas pessoas correm entre 30% e 40% menos risco de hospitalização”, conta Gualano.
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Fonte: Agência FAPESP.