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Jornal Brasil

Governo de São Paulo concede credenciamento definitivo a sete parques tecnológicos

Publicado em 21 janeiro 2016

O governador Geraldo Alckmin, o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, Márcio França, e a subsecretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ana Abreu, assinaram o credenciamento definitivo de sete parques tecnológicos paulistas: quatro em Campinas e três nas cidades de Santo André, Botucatu e São José do Rio Preto. A cerimônia foi realizada no dia 19 de janeiro, no Palácio dos Bandeirantes.

 

Em Campinas foram credenciados o Parque Científico e Tecnológico da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); o Parque Tecnológico CTI-Tec, no campus do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) – unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) –; o Parque Tecnológico CPqD e o Parque Empresarial Techno Park.

 

"O parque tecnológico une as universidades públicas e privadas, os institutos de pesquisa e a iniciativa privada. Então, faz uma sinergia de todos esses protagonistas para empresas de bases tecnológicas poderem ser incubadas, para elas poderem crescer, ou mesmo grandes empresas que vêm para o parque tecnológico para desenvolver projetos inovadores", declarou o governador.

 

As iniciativas já estavam credenciadas provisoriamente no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec). Com o credenciamento definitivo, as entidades gestoras dos empreendimentos podem receber incentivos fiscais e realizar convênios com o Estado para repasse de recursos voltados a obras e aquisição de equipamentos.

 

"Além dos fundos de financiamento, agora as empresas localizadas nesses parques podem receber recursos e incentivos fiscais para investir em infraestrutura e melhoria”, afirmou Márcio França.

 

As empresas que se instalarem em parques tecnológicos do SPTec com credenciamento definitivo, poderão participar do programa estadual de incentivos fiscais, o Pró-Parques. Instituições de apoio e empresas de base tecnológica poderão utilizar créditos acumulados de ICMS ou diferir o imposto para pagamento de bens e mercadorias a serem utilizados na realização de investimentos e no pagamento de ICMS relativo à importação de bens destinados ao ativo imobilizado.

Fonte Agência FAPESP 21/01/2016 às h