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GVces - Centro de Estudos em Sustentabilidade

Gestão Ambiental: A eficácia da água de reúso

Publicado em 17 agosto 2016

O Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTIC) iniciou em 2012 um estudo para avaliar a utilização da água residuária (reúso) na região do Semiárido.  A pesquisa resultou da dissertação de mestrado da pesquisadora Vanessa Gomes, do Núcleo de Ciências do Solo e Mineralogia do Instituto, realizada na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Campus Areia.  O principal objetivo da análise foi avaliar a influência da água residuária na composição química do solo.  As análises de nutrientes indicaram que, depois das amostras de solos serem irrigadas por 17 meses, o valor de matéria orgânica saltou de 2.11 gramas por quilograma para 16.32 – um aumento de cerca de 800% de matéria orgânica do solo.  O Insa também reúsa toda a água que é utilizada em suas dependências.

É possível ser sustentável em tempos de crise? Essa pergunta é o ponto de partida da 5ª edição do Fórum Sustentabilidade & Governança, que será realizado em Curitiba, nos dias 23 e 24 de agosto, pela STCP Engenharia de Projetos, Milano Consultoria e Planejamento e FAE Business School.  O evento contará com 4 painéis, com exposição e debates de cases corporativos, envolvendo as tendências em sustentabilidade e governança; o capital natural; a comunicação institucional e imagem pública; e a relação entre energia e a sustentabilidade.

Mudança climática

A mudança climática afetará ainda mais nos próximos anos a prática de esportes no Brasil.  O calor excessivo tende a prejudicar o desempenho dos atletas, impedindo a quebra de recordes.  Em casos extremos, colocará suas vidas em risco.  Essa é a conclusão do estudo Mais Longe do Pódio – Como as Mudanças Climáticas Afetarão o Esporte no Brasil, do Observatório do Clima.

Reflorestamento

Desde junho, o Refúgio Biológico Bela Vista (RBBV) de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), tem estimulado os turistas a plantar sementes de árvores nativas.  É o maior programa de reflorestamento já feito por uma usina hidrelétrica.  Em 60 dias, foram plantadas pelos visitantes cerca de duas mil sementes de canafístula, tarumã-branco/tucaneiro e angico-vermelho.

‘‘Os aerossóis são a chave dos efeitos climáticos do homem ao lado dos gases de efeito estufa”

Paulo Artaxo

Professorde Física da Universidade de São Paulo, um dos coordenadores do Programa Fapesp de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG) e membro do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC)

Bom

Padronização

Com a finalidade de padronizar seus atos, a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) iniciará a elaboração de manuais de procedimentos em suas áreas de licenciamento, fiscalização e gestão florestal.  No último dia 12, aconteceu uma videoconferência sobre o tema.

Mau

Estiagem

A região sul da Amazônia sofre recorde histórico de estiagem.  O fenômeno El Niño tem sido o principal responsável pelos impactos na área.  Há também os efeitos da pecuária em margens de rios, que destrói a mata ciliar, além do desvio de igarapés para abastecer fazendas.

A MRV Engenharia recebeu, no último dia 8 de agosto, o selo ouro do GHG Protocol, programa do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Fundação Getúlio Vargas, que tem como objetivo estimular a cultura corporativa para a elaboração e publicação de inventários de emissões de gases do efeito estufa.  As empresas qualificadas nesta categoria são as que, além de cumprir todos os requisitos obrigatórios, são verificadas por uma terceira parte independente de acordo com as regras do programa.

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http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/coluna/gestao-ambiental-1.211/gestao-ambiental-a-eficacia-da-agua-de-reuso-1.1601378

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Diário do Nordeste (Fortaleza, Ceará) - Fernando Maia (redator Interino) coluna Maristela Crispim • Gestão Ambiental