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Jornal da Cidade (Bauru, SP) online

Gene é ligado à depressão 2

Publicado em 24 dezembro 2006

Agência FAPESP - Os pesquisadores utilizaram imagens de ressonância magnética funcional para medir o fluxo sangüíneo em regiões específicas do cérebro. A mensuração da atividade cerebral é considerada um indicador mais sensível das respostas emocionais do que os métodos tradicionais fundamentados na descrição verbal do paciente.

Os resultados mostraram que, em vez de ser superativada em resposta a estímulos emocionais negativos, a amígdala cerebral das pessoas com a variante de gene curto ficava superativa mesmo em estado de repouso, particularmente nos indivíduos com altos níveis de estresse. Pessoas nessas condições mostraram um fator de risco para depressão em relação aos que possuem a variante longa do gene.

O artigo Neural correlates of epigenesis, de Turhan Canli e colaboradores, pode ser lido em www.pnas.org.

Jornal da Cidade (Bauru/SP) — Conta-Gota — 24/12/2006 — Pág. 04