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Game educativo ajuda eliminar focos da dengue

Publicado em 19 março 2019

Época de chuva requer atenção com epidemias, pois aumentam os riscos da proliferação do mosquito Aedes aegypti. Inúmeras cidades estão enfrentando epidemias de dengue. Para contribuir com a conscientização de crianças e adolescentes sobre as formas de prevenção e profilaxia da dengue o Ludo Educativo está relançando a terceira edição do game Contra a Dengue. O jogador você deve lutar contra os mosquitos transmissores de doenças e depois de sua reprodução.

Neste game da série a destemida protagonista, Sophia, embarca junto com seus irmãos mais velhos – Renata e Rômulo – para o mundo digital. Nesta nova aventura o jogador combaterá, além da dengue, o vírus chikungunya e o vírus zika, todos esses transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. É o Contra a Dengue 3 – No Mundo Digital.

Para ter sucesso em sua empreitada, a aventureira Sophia deve encontrar e eliminar todos os focos de dengue, sendo esta a forma mais eficiente de combater o mosquito. Ao longo de sua jornada a menina será ajudada pelos seus irmãos mais velhos para recobrir pneus velhos, guardar devidamente o lixo e colocar areia nos pratos de vasos de plantas. A jornada não será fácil, pois a cada nova visita ao mundo digital a configuração do jogo muda, garantindo ao jogador o desafio que se renova constantemente, possibilitando desafios variados e horas de entretenimento educativo. O jogo pode ser acessado pelo link: http://portal.ludoeducativo.com.br/pt/play/contra-dengue-3

Sobre o Ludo Educativo

O Ludo Educativo é um projeto de extensão universitária que surgiu em 2012 e tem jogos gratuitos sobre diversos assuntos que estão presentes no dia a dia de crianças e adolescentes, como a escassez de água, preservação do meio ambiente e a preparação para o vestibular. Um dos temas atuais abordados nos jogos é a dengue, que vem causando epidemias em todo o país. O diretor do CDMF, professor Elson Longo, explica que a iniciativa partiu da observação de que a maior parte dos jogos favoritos das crianças envolviam atividades violentas, como lutas e guerras. Então, por que não desenvolver games que entretêm, mas que também contribuem para o aprendizado?

A média anual de jogadores é de 2 milhões de usuários, localizados no Brasil todo e em países da América Latina, da Europa e da África. E não é só a criançada que aprende brincando – também há gamers idosos.

A equipe do projeto é formada por designers, programadores e pedagogos da Aptor Software, uma empresa spin-off que surgiu nos corredores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Estadual Paulista (UNESP), que atua em parceria com o Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) apoiados pela FAPESP. O Centro também recebe investimento do CNPq, a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN), integrando uma rede de pesquisa entre UNESP, UFSCar, Universidade de São Paulo (USP) e Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN).