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Futuro no presente

Publicado em 17 junho 2019

Por Maria Guimarães | Revista Pesquisa FAPESP

Projeto científico leva a jovem gaúcha Juliana Estradioto a ter seu nome em um asteroide e ser selecionada para participar da cerimônia do Prêmio Nobel

Aos 18 anos e engajada no uso mais sustentável de recursos, Juliana Davoglio Estradioto coleciona um número respeitável de prêmios em feiras de ciências e outros eventos do tipo para estudantes. Recentemente conseguiu ir ainda mais longe ao usar casca de noz macadâmia para produzir uma membrana biodegradável.

Na 33ª Mostra Brasileira de Ciência e Tecnologia e Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec), em outubro de 2018, o 1º lugar na categoria Gerenciamento do Meio Ambiente lhe valeu a participação no Seminário Internacional de Jovens Cientistas de Estocolmo (SIYSS) no final deste ano, na mesma semana em que se dá a entrega do Prêmio Nobel – cerimônia para a qual foi convidada, com direito a banquete.

Mais recentemente o mesmo projeto foi reconhecido na 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), garantindo lugar na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel Isef) que aconteceu em maio nos Estados Unidos, a maior da categoria com 1.800 estudantes de 80 países. Selecionada em primeiro lugar na categoria de ciência de materiais, ganhou o direito de dar seu nome a um asteroide.

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