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Fundo Amazônia 10 tem clube de dez estados e recursos iniciais de R$ 100 milhões da FAPESP | AGÊNCIA FAPESP

Publicado em 03 novembro 2021

Agência FAPESP – Os secretários do quadro clínico e tecnológico de dez estados brasileiros e representantes das respectivas fundações de estudo (PAF) se reunirão nesta quinta-feira (11/04), em Brasília, para fazer os arranjos finais para a divulgação do parecer do Fundo. 10, uma iniciativa conjunta de São Paulo, Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins para o progresso da ciência, geração e inovação na Amazônia Legal.

O Fundo começa com a determinação da FAPESP de destinar até R$ 100 milhões para projetos por meio de pesquisadores de São Paulo, em colaboração com pesquisadores da Região Norte, voltados à conservação da biodiversidade e das mudanças climáticas, à cobertura de populações e comunidades clássicas e à recuperação de situações urbanas. e a bioeconomia como política de progressão econômica na Amazônia Legal. O preço do investimento pode chegar a R$ 500 milhões com a participação de governos estrangeiros, empresas e organizações.

O lançamento do Fundo Amazônia 10 foi anunciado por meio da Secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patrícia Ellen, em ocasião online na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-26) em Glasgow, na Escócia, no dia 1º de novembro, na presença do governador João Doria, secretários da caixa científica, geração e inovação de nove estados da região e os presidentes da FAPESP Marco Antonio Zago e do Conselho de Fundações de Apoio à Pesquisa (Confap), Odir Dellagost em outros. Na reunião, o secretário de Ciência e Tecnologia do Pará, Carlos Maneschy, anunciou a contribuição dos recursos para o Fundo no valor de 20 milhões de reais.

“Aqui temos a união dos nove estados da Amazônia Legal e São Paulo. A FAPESP, nas últimas décadas, tem sido a base de estudos que têm investido ao máximo em ciência e geração na Amazônia Legal. Esse investimento pode ser otimizado se começarmos a rodar juntos”, disse Patrícia Ellen, referindo-se a um total de R$ 655 milhões que a FAPESP destinou a mais de 3. 000 projetos de estudo na região desde 1994. 10 priorizarão projetos patrocinados por pelo menos 3 estados da região.

O presidente da FAPESP lembrou que a Fundação tem uma história de mais de duas décadas apoiando estudos sobre energia em branco, biodiversidade, reposição climática, região amazônica e sustentabilidade. “Vamos fazer isso juntos”, disse ele. Vivemos em um mundo, todos ligados ao longo prazo do mesmo planeta: países ricos, países deficientes, países emergentes, estados amazônicos, estados do sul e sudeste, poluição e substituição climática não respeitam divisões geográficas Soluções para manter florestas tropicais, as situações vivas das outras pessoas que vivem neste vasto componente do Brasil e também para conter a substituição do clima virão, em um componente gigante, da ciência.

O anúncio do Fundo Amazônia 10 na COP-26 teve como objetivo atrair potenciais doadores estrangeiros interessados em preservar e vir de forma sustentável para a região amazônica. Parte da delegação paulista permanecerá em Glasgow nos próximos dias para solicitar a participação de nacionais e estrangeiros. orçamento para atingir a meta de R$ 500 milhões.

Rafael Pontes Lima, secretário de Ciência e Tecnologia do Amapá, disse que é fundamental que a ciência e a geração sejam a grande perspectiva da região. “Sabemos dos problemas. Integrados em São Paulo, podemos resolver juntos. “

“É hora de agir”, disse o secretário de Ciência e Tecnologia do Pará. “Não há outra maneira senão a sabedoria clínica para os profissionais de marketing crescerem. Queremos criar redes de empresas e profissionais de marketing para gerar riqueza e fonte de renda e maior qualidade de vida para nosso povo.

Segundo o presidente do Confap, que também preside a FAP no Rio Grande do Sul, a iniciativa já goza da de outros estados, não apenas os da Amazônia Legal. “Fazemos pesquisa qualificada. O cenário na Amazônia merece nossa atenção. “e teremos que colocar a ciência a serviço do desenvolvimento sustentável.

Comunicação do Conselho Superior da FAPESP

Em relação à comunidade clínica, o Conselho Superior da FAPESP especifica que a iniciativa da Fundação em conjunto com outros Estados é “uma emanação de ações passadas, como o Memorando de Entendimento para a Cooperação em Ações Científicas, Tecnológicas e de Inovação, assinado em 2017 pela 23 FAP “e que atualmente” é dever dos cientistas, agências que auxiliam estudos e governos culpados de realizar ações que reflitam o compromisso da ciência brasileira com a preservação do planeta. “Abaixo está a versão completa.

O FUNDO AMAZÔNIA 10

Buscando ampliar seu papel ancestral no acompanhamento de estudos voltados para a sustentabilidade, a FAPESP se compromete a estruturar um Fundo de Pesquisa para apoiar projetos e formação de recursos humanos em temas semelhantes à Amazônia, com foco em biodiversidade, mudanças climáticas, bioeconomia e nas contribuições da ciência e da geração às situações de vida das populações.

O Fundo é uma iniciativa conjunta do Fórum de Secretários de Estado da Ciência e Tecnologia e do Fórum de Fundações de Apoio à Pesquisa, no qual participam fundações da Região Norte.

Essa iniciativa é uma continuação de ações passadas da FapesP, como o Memorando de Entendimento para a Cooperação em Ações de Ciência, Tecnologia e Inovação, assinado em 2017 por meio de 23 PAFs, por proposta da FAPESP, que resultou em 14 revisões públicas conjuntas de ações cofinanciadas. pesquisa colaborativa através da FAPESP e Fundações.

A promoção de colaborações nacionais e estrangeiras é o projeto central das agências de estudo, e no caso da FAPESP, a cooperação de estudiosos das demais Unidades da Federação é uma prioridade. O percentual de publicações clínicas com autores paulistas que também incluíram coautores de outros conjuntos da Federação ultrapassou de 13% a 34% do total de publicações em São Paulo, entre 1995/97 e 2015/17. Essas publicações são citadas mais, em média, do que aquelas sem colaboração.

A FAPESP tem desempenhado um papel vital em estudos de investimento em questões semelhantes à Amazônia. De 1994 a 2021, a FAPESP destinou, em valores de contribuição, R$ 654,9 milhões para projetos semelhantes aos temas da Amazônia ou florestas tropicais: 2. 056 bolsas e 1. 083 doações.

Neste momento crítico da vida nacional, quando o símbolo e o efeito dos movimentos do país sobre o cronograma global de sustentabilidade, a cobertura climática e ambiental têm sofrido muito com o desgaste, é dever dos cientistas, estudos das agências de ajuda. e governos culpados para tomar movimentos que refletem o compromisso da ciência brasileira com a manutenção do planeta. Convidamos toda a rede clínica e econômica de São Paulo a participar desse movimento!

Conselho Superior da FAPESP

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Agência FAPESP – Os secretários do fundo de ciência e geração de dez estados brasileiros e representantes das respectivas fundações de estudos (PAF) se reunirão nesta quinta-feira (11/04), em Brasília, para fazer os arranjos finais para a divulgação do parecer do Fundo. . 10, uma iniciativa conjunta de São Paulo, Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins para o progresso da ciência, geração e inovação na Amazônia Legal.

O Fundo começa com a determinação da FAPESP de destinar até R$ 100 milhões para projetos por meio de pesquisadores de São Paulo, em colaboração com pesquisadores da Região Norte, voltados à conservação da biodiversidade e das mudanças climáticas, à cobertura de populações e comunidades clássicas e à recuperação de situações urbanas. e a bioeconomia como política de progressão econômica na Amazônia Legal. O preço do investimento pode chegar a R$ 500 milhões com a participação de governos estrangeiros, empresas e organizações.

O lançamento do Fundo Amazônia 10 foi anunciado por meio da Secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patrícia Ellen, em ocasião online na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-26) em Glasgow, na Escócia, no dia 1º de novembro, na presença do governador João Doria, secretários da caixa científica, geração e inovação de nove estados da região e presidentes da Fapesp Marco Antonio Zago e do Conselho de Fundações de Apoio à Pesquisa (Confap), Odir Dellagostin outros. Na reunião, o secretário de Ciência e Tecnologia do Pará, Carlos Maneschy, anunciou a contribuição de recursos para o Fundo de até R$ 20 milhões.

“Aqui temos a união dos nove estados da Amazônia Legal e São Paulo. A FAPESP, nas últimas décadas, tem sido a base de estudos que têm investido ao máximo em ciência e geração na Amazônia Legal. Esse investimento pode ser otimizado se começarmos a rodar juntos”, disse Patrícia Ellen, referindo-se a um total de R$ 655 milhões que a FAPESP destinou a mais de 3. 000 projetos de estudo na região desde 1994. 10 priorizarão projetos patrocinados por pelo menos 3 estados da região.

O presidente da FAPESP lembrou que a Fundação tem uma história de mais de duas décadas apoiando estudos sobre energia em branco, biodiversidade, reposição climática, região amazônica e sustentabilidade. “Vamos fazer isso juntos”, disse ele. Vivemos em um mundo, todos ligados ao longo prazo do mesmo planeta: países ricos, países deficientes, países emergentes, estados amazônicos, estados do sul e sudeste, poluição e substituição climática não respeitam divisões geográficas Soluções para manter florestas tropicais, as situações vivas das outras pessoas que vivem neste vasto componente do Brasil e também para conter a substituição do clima virão, em um componente gigante, da ciência.

O anúncio do Fundo Amazônia 10 na COP-26 teve como objetivo atrair potenciais doadores estrangeiros interessados em preservar e vir de forma sustentável para a região amazônica. Parte da delegação paulista permanecerá em Glasgow nos próximos dias para solicitar a participação de nacionais e estrangeiros. orçamento para atingir a meta de R$ 500 milhões.

Rafael Pontes Lima, secretário de Ciência e Tecnologia do Amapá, disse que é fundamental que a ciência e a geração sejam a grande perspectiva da região. “Sabemos dos problemas. Integrados em São Paulo, podemos resolver juntos. “

“É hora de agir”, disse o secretário de Ciência e Tecnologia do Pará. “Não há outra maneira senão a sabedoria clínica para os profissionais de marketing crescerem. Queremos criar redes de empresas e profissionais de marketing para gerar riqueza e fonte de renda e maior qualidade de vida para nosso povo.

Segundo o presidente do Confap, que também preside a FAP no Rio Grande do Sul, a iniciativa já goza da de outros estados, não apenas os da Amazônia Legal. “Fazemos pesquisa qualificada. O cenário na Amazônia merece nossa atenção. “e teremos que colocar a ciência a serviço do desenvolvimento sustentável.

Comunicação do Conselho Superior da FAPESP

Em relação à comunidade clínica, o Conselho Superior da FAPESP especifica que a iniciativa da Fundação em conjunto com outros Estados é “uma emanação de ações passadas, como o Memorando de Entendimento para a Cooperação em Ações Científicas, Tecnológicas e de Inovação, assinado em 2017 pela 23 FAP “e que atualmente” é dever dos cientistas, agências que auxiliam estudos e governos culpados de realizar ações que reflitam o compromisso da ciência brasileira com a preservação do planeta. “Abaixo está a versão completa.

O FUNDO AMAZÔNIA 10

Buscando ampliar seu papel ancestral no acompanhamento de estudos voltados à sustentabilidade, a FAPESP tem o compromisso de estruturar um Fundo de Pesquisa para apoiar projetos e a educação de recursos humanos em questões semelhantes à Amazônia, com foco em biodiversidade, mudanças climáticas, bioeconomia e contribuições da ciência e geração para as situações de vida das populações.

O Fundo é uma iniciativa conjunta do Fórum de Secretários de Estado da Ciência e Tecnologia e do Fórum de Fundações de Apoio à Pesquisa, no qual participam fundações da Região Norte.

Essa iniciativa é uma continuação de ações passadas da FapesP, como o Memorando de Entendimento para a Cooperação em Ações de Ciência, Tecnologia e Inovação, assinado em 2017 por meio de 23 PAFs, por proposta da FAPESP, que resultou em 14 revisões públicas conjuntas de ações cofinanciadas. pesquisa colaborativa através da FAPESP e Fundações.

A promoção de colaborações nacionais e estrangeiras é o projeto central das agências de estudo, e no caso da FAPESP, a cooperação de estudiosos das demais Unidades da Federação é uma prioridade. O percentual de publicações clínicas com autores paulistas que também incluíram coautores de outros conjuntos da Federação ultrapassou de 13% a 34% do total de publicações em São Paulo, entre 1995/97 e 2015/17. Essas publicações são citadas mais, em média, do que aquelas sem colaboração.

De 1994 a 2021, a FAPESP destinou, em valores proporcionais, 654,9 milhões de reais para projetos semelhantes ao tema amazônia ou florestas tropicais: 2. 056 bolsas e 1. 083 doações.

Neste momento crítico da vida nacional, quando o símbolo e o efeito dos movimentos do país sobre o cronograma global de sustentabilidade, a cobertura climática e ambiental têm sofrido muito com o desgaste, é dever dos cientistas, estudos das agências de ajuda. e governos culpados para tomar movimentos que refletem o compromisso da ciência brasileira com a manutenção do planeta. Convidamos toda a rede clínica e econômica de São Paulo a participar desse movimento!

Conselho Superior da FAPESP

Este texto foi originalmente publicado através da Agência FAPESP sob a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

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