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FMJ está entre 6 melhores faculdades do estado, segundo Cremesp

Publicado em 13 março 2015

Por Carina Reis

Com média 6,1 dos 69 egressos de 2014 no exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), a Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ) foi considerada uma das seis melhores instituições do Estado. A nota foi divulgada no começo desta semana e é considerada excelente pelo vice-diretor da FMJ, Edmir Américo Lourenço. A faculdade completa nesta quinta-feira (12) 47 anos e planeja expandir sua grade de pós-graduação ainda esse ano, agregando o doutorado.

Para o vice-diretor, o bom desempenho dos ex alunos no exame do Cremesp é uma das grandes conquistas do último ano. Outro destaque foi alcançar o conceito 4 no Enade 2013 (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), do Ministério da Educação. “É como atingir a categoria máxima, um reconhecimento muito grande para a faculdade”, destaca o professor doutor.

Lourenço se formou na segunda turma de graduação da faculdade, em 1975, e é professor desde 1977. Mestre em otorrinolaringologia e doutor em medicina pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), ele assumiu a vice-direção da instituição em 2012 e tem buscado ampliar a gama de cursos de pós-graduação oferecidos. “A FMJ tem mestrado em ciências da saúde há alguns anos e têm muitos trabalhos desenvolvidos e publicados no Brasil e exterior. Já estamos aptos a iniciar o doutorado na mesma área”, explica.

Por ora, financiamentos estão sendo solicitados junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para a ampliação e melhoria dos laboratórios. “Precisamos de mais infra-estrutura se queremos abrigar o doutorado.”

A partir da segunda metade do ano, pretendem dar entrada no pedido de aprovação do doutorado, que será submetido à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Edmir também aguarda a conclusão das expansões físicas, já anunciadas e que estão em andamento.

Ao longo dos 47 anos, a FMJ já formou 2.440 médicos em 41 turmas. No começo havia 60 vagas por vestibular, hoje o total foi ampliado para 80. Dos 129 professores da instituição, 39 são ex-alunos, tal como o vice-diretor. “Houve um crescimento físico, de qualidade de ensino e científico muito grande em todos esses anos”, avalia.