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FAPESP recebe visita do ministro belga da Educação

Publicado em 06 novembro 2013

Uma delegação chefiada pelo ministro flamengo da Educação da Bélgica, Pascal Smet, visitou a FAPESP na sexta-feira (01/11) para iniciar entendimentos sobre um acordo de cooperação a fim de apoiar projetos desenvolvidos entre pesquisadores do Estado de São Paulo e da região de Flandres, no norte daquele país.

Participaram do encontro o embaixador belga no Brasil, Josef Smets, o cônsul Didier Vanderhasselt, os vice-reitores das universidades Católica de Louvain, Ghent, Hasselt, Bruxelas e Antuérpia, representantes de associações de instituições de ensino superior e de entidades do governo flamengo. O grupo foi recebido pelo presidente da FAPESP, Celso Lafer, pelo assessor especial da Diretoria Científica, Hernan Chaimovich, e pela coordenadora adjunta da área Ciências da Vida na Fundação, Marie-Anne Van Sluys.

"A FAPESP tem interesse em promover a cooperação entre cientistas de alto nível do Estado de São Paulo e de outros países porque entende que não há fronteiras para a ciência e para o avanço do conhecimento", disse Celso Lafer.

De acordo com Lafer, os acordos internacionais de cooperação mantidos atualmente pela FAPESP permitem tanto o apoio ao intercâmbio entre pesquisadores e à organização de reuniões científicas com universidades e instituições de pesquisa quanto o financiamento a projetos de pesquisa selecionados pela Fundação e por uma instituição parceira de fora do país, seja uma agência de fomento ou uma empresa.

Durante o encontro, um dos caminhos sugeridos para fazer avançar as conversas sobre um acordo de cooperação entre a FAPESP e a região de Flandres, na Bélgica, foi a organização de workshops com a participação de cientistas brasileiros e belgas sobre temas de interesse mútuo.

"Uma reunião científica entre pesquisadores pode ser uma forma de iniciar a cooperação", disse Hernan Chaimovich. Para ele, ao lado do aumento do impacto da produção científica e do número de pesquisadores em universidades e nas empresas, a colaboração internacional é um dos desafios a serem enfrentados para o avanço do conhecimento.

Além da possibilidade de acordos de cooperação, outros mecanismos institucionais da FAPESP para a promoção da cooperação internacional foram apresentados durante o encontro.

Entre esses instrumentos, foram destacados os programas Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes, Escolas São Paulo de Ciência Avançada e São Paulo Excellence Chairs, que oferece a pesquisadores com produção científica destacada oportunidades de permanecer em uma instituição de pesquisa paulista por até três meses por ano, ao longo de três a cinco anos.

Agência Fapesp