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FAPESP lança página com editais de propostas colaborativas

Publicado em 10 abril 2021

FAPESP – A FAPESP tem promovido fortemente estudos colaborativos por meio de acordos de cooperação e convênios com universidades e institutos de estudos no Brasil e no exterior. “A estratégia baseia-se na popularidade de que essas parcerias estão ampliando barreiras de conhecimento, alcançando melhores resultados de pesquisa, consolidando equipes de estudo. no estado de São Paulo, e ampliando recursos para ciência e geração por meio de cofinanciamento, diz Crist-vo de Albuquerque, chefe de colaboração de estudos da FAPESP.

Em 2019, por exemplo, a FAPESP apoiou mais de 6. 000 projetos de estudos colaborativos, aproximadamente um terço deles cofinanciados, por meio de cerca de cem acordos de cooperação com instituições estrangeiras e nacionais.

Os efeitos são positivos. Pesquisadores em São Paulo são para mais de 40% dos artigos através de autores brasileiros publicados em periódicos clínicos indexados e a maioria desses artigos são coautores por meio de pesquisadores de outros países.

Estúdios colaborativos são uma via de mão dupla. No caso dos Países Baixos, por exemplo, o número de publicações conjuntas com estudiosos brasileiros superou em 16% entre 2008 e 2017 – acima da média de outros cônjuges – bem como a clínica tem efeito nos estudos, segundo estudos realizados. através da Agência De Negócios Holandesa. Com base em estudos de 6. 136 publicações, a FAPESP foi uma das 4 maiores agências de progressão de cônjuge.

Para cooperação, a Fundação criou uma página em seu portal com dados sobre oportunidades de colaboração nacional e estrangeira (chamadas em andamento e em negociação e ofertas contínuas), disponíveis em https://fapesp. br/ chamadas/colaboração.

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FAPESP – A FAPESP tem promovido fortemente estudos colaborativos por meio de acordos de cooperação e convênios com universidades e institutos de estudos no Brasil e no exterior. “A estratégia baseia-se na popularidade de que essas parcerias estão ampliando barreiras de conhecimento, alcançando melhores resultados de pesquisa, consolidando equipes de estudo. no estado de São Paulo, e ampliando recursos para ciência e geração por meio de cofinanciamento, diz Crist-vo de Albuquerque, chefe de colaboração de estudos da FAPESP.

Em 2019, por exemplo, a FAPESP apoiou mais de 6. 000 projetos de estudos colaborativos, aproximadamente um terço deles cofinanciados, por meio de cerca de cem acordos de cooperação com instituições estrangeiras e nacionais.

Os efeitos são positivos. Pesquisadores em São Paulo são para mais de 40% dos artigos através de autores brasileiros publicados em periódicos clínicos indexados e a maioria desses artigos são coautores por meio de pesquisadores de outros países.

Estúdios colaborativos são uma via de mão dupla. No caso dos Países Baixos, por exemplo, o número de publicações conjuntas com estudiosos brasileiros superou em 16% entre 2008 e 2017 – acima da média de outros cônjuges – bem como a clínica tem efeito nos estudos, segundo estudos realizados. através da Agência De Negócios Holandesa. Com base em estudos de 6. 136 publicações, a FAPESP foi uma das 4 maiores agências de progressão de cônjuge.

Para cooperação, a Fundação criou uma página em seu portal com dados sobre oportunidades de colaboração nacional e estrangeira (chamadas em andamento e em negociação e ofertas contínuas), disponíveis em https://fapesp. br/ chamadas/colaboração.

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