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Fapesp e Equinor lançam Centro de Pesquisa em Engenharia de Petróleo

Publicado em 20 fevereiro 2019

A Fapesp e a Equinor (antiga Statoil), empresa norueguesa do setor de energia, com atuação no Brasil nas áreas de óleo e gás e energia solar, lançaram nesta terça-feira (19/02), em um evento na Fapesp, o Centro de Pesquisa em Engenharia em Gerenciamento de Reservatórios e de Produção de Petróleo e Gás (ERC-RPM, na sigla em inglês).

O novo centro será sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e terá o objetivo de buscar soluções inovadoras para otimizar a produção e a eficiência de poços de petróleo, recuperar reservatórios e melhorar o gerenciamento da água extraída junto com o petróleo nas atividades de perfuração e extração.

Para constituí-lo, a Fapesp e a Equinor lançaram em setembro de 2016 uma chamada de propostas no âmbito do programa Centros de Pesquisa em Engenharia (CPE). O projeto selecionado foi de autoria de pesquisadores vinculados à Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp.

“O acordo da Fapesp com a Equinor para a criação desse novo centro de pesquisa contempla um dos objetivos da Fundação, que é o de promover o empreendedorismo tecnológico e áreas de pesquisa relacionadas à inovação, facilitando a relação entre universidades e empresas”, disse Marco Antonio Zago, presidente da Fapesp, durante o evento.

O centro terá três linhas de pesquisa: otimização de produção, recuperação avançada de óleo e gerenciamento de água (water handling). Os projetos serão realizados por pesquisadores e estudantes de pós-graduação da Unicamp em colaboração com colegas da Equinor e de outras universidades e instituições de pesquisa do Brasil e do exterior, de áreas como Matemática, Ciência da Computação, Engenharia Mecânica e Geologia, entre outras.

“A Equinor tem uma relação de longo prazo com as principais universidades da Noruega e outros países, como o Brasil, com quem estabelecemos algumas parcerias nos últimos 10 anos a fim de encontrar as melhores soluções para os desafios energéticos e industriais”, disse Margareth Øvrum, presidente da empresa no Brasil.

Veja o texto na íntegra: Agência Fapesp