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Tribuna Impressa

Falta de política setorial para inovação reflete em atraso nas pesquisas

Publicado em 03 outubro 2006

Ponto de discussão entre os candidatos ao governo Estado, a inovação tecnológica ainda é cercada de impasses que prejudicam uni avanço estável. De acordo com especialistas, a interação entre núcleos de Pesquisa e Desenvolvimento P&D e o setor de produção é insatisfatória. Os núcleos, muitas vezes concentrados em universidades, dificultam a inserção de pesquisadores no ciclo mercadológico, o que diminui a taxa de inovação, freia o desenvolvimento  de empresas e o país.

Segundo Carlos Henrique que de finto Cruz, Diretor Científico da Fundação do Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) a inovação deve ser incentivada através de políticas que foquem nas empresas e abranjam infra-estrutura, incentivos fiscais e encomendas tecnológicas.

O Brasil investe hoje cerca de 1% de Pib em P&D,  pouco se comparado com a Coréia, destaque mundial em inovação, que aplica 3%. O número de pesquisadores coreanos chega a 151 mil, numero duas vezes maior que no Brasil. O estudo de Brito Cruz está disponível no site www.projetobr.com.br.