Notícia

Brasil Econômico

Falta de patrocínio ameaça projeto

Publicado em 30 abril 2010

Por Carolina Pereira

Apesar de contar atualmente com o patrocínio da Microsoft e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a Fapesp, a segunda fase do projeto Borboleta ainda não tem o apoio da iniciativa pública ou privada, o que pode inviabilizar a futura implementação do sistema na rede pública. Segundo Fabio Kon, coordenador da pesquisa, depois da segunda fase de testes, que começará em cerca de um mês, será preciso buscar um novo financiamento para dar continuidade à implementação do celular no atendimento médico em domicílio.

Com patrocínio, em poucos meses o projeto poderia entrar em prática, afirma. De acordo com Kon, até o meio do ano o IME terá um protótipo do sistema para testes de campo, fora do Centro de Saúde-Escola Samuel Pessoa, da USP, onde o sistema tem sido experimentado até agora. No omento o centro acompanha em domicílio cerca de 50 pacientes com dificuldade de locomoção. C.P.