Uma pesquisa conduzida na London School of Hygiene & Tropical Medicine em parceria com Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, pode auxiliar na busca de vacinas e novos tratamentos para a malária vivax.
A partir do sequenciamento genético de mais de 500 amostras do protozoário Plasmodium vivax de 25 regiões endêmicas, os cientistas identificaram variações genéticas e uma série de mutações que aumentam a infectividade e a resistência do parasita aos medicamentos antimaláricos.
O trabalho está em fase de conclusão e tem financiamento da FAPESP.
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Fonte: Revista Galileu