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Revista Ecológico online

Estudo brasileiro é destaque em coleção especial de artigos do Journal of Experimental Medicine

Publicado em 17 maio 2021

Em celebração ao seu 125º aniversário, o Journal of Experimental Medicine lançou uma de artigos recentemente publicados com alguns dos avanços mais relevantes da área de imunologia.

Como destaque de capa, foi selecionado um estudo brasileiro desenvolvido no (), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

No artigo, intitulado , o grupo liderado pelo professor mostrou que um mecanismo imunológico conhecido como armadilha extracelular neutrofílica (NET, na sigla em inglês) está envolvido na resposta inflamatória exacerbada que acomete pacientes com a forma grave da COVID-19. A descoberta abre caminho para novas abordagens terapêuticas, entre elas o reposicionamento de um fármaco hoje usado contra fibrose cística (leia mais em: ).

CRID/USP

O artigo também foi incluído em outra coleção especial lançada pelo periódico intitulada “”, que reúne as últimas descobertas sobre a fisiopatologia da COVID-19, alvos terapêuticos e anticorpos neutralizantes.

“O fato de nosso trabalho aparecer em destaque em dois diferentes fascículos de uma revista de alta reputação na área biomédica é uma demonstração inequívoca da qualidade da ciência que realizamos no campus de Ribeirão Preto da USP – em particular no CRID, que é financiado pela FAPESP. A qualidade do trabalho é consequência da competência científica associada à dedicação de todos os membros da força-tarefa envolvida em investigar a imunopatologia da COVID-19 na FMRP-USP”, afirma Cunha.

A coleção dedicada à COVID-19 traz ainda outro estudo desenvolvido por cientistas ligados ao CRID: .

O trabalho, liderado pelo professor , descreve a participação de um mecanismo imunológico conhecido como inflamassoma na ativação do processo inflamatório que pode causar danos em diversos órgãos e até mesmo levar à morte os pacientes com a forma grave da COVID-19 (leia mais em: )

Fonte: Agência Fapesp