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Jornal Cidade

Epicovid19-BR mostra desaceleração do coronavírus no Brasil

Publicado em 17 setembro 2020

Por Da Redação

A quarta fase do maior estudo epidemiológico sobre corona virus no Brasil foi realizada entre os dias 27 e 30 de agosto. pouco mais de dois meses após a conclusão da terceira fase, que foi realizada entre os dias 21 e 24 de junho. A partir da quarta fase, o estudo passou a contar com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da iniciativa Todos Pela Saude. As diferenças entre regiões do Brasil seguiram marcantes na quarta fase, como já havia sido observado nas fases anteriores. O maior percentual de infecção foi observado na Região Norte (2,4%) e no Nordeste (1.9%). No Sul. Centro-Oeste e Sudeste. o percentual de infecção ficou em 0.5%. Ao final do texto. é apresentado o resultado para cada uma das 133 cidades estudadas. O estudo aponta que diminuiu a proporção da população que apresenta anticorpos. o que confirma a desaceleração da epidemia na maior parte do pais. Ao contrário do que se pensava no inicio da pandemia, os anticorpos detectáveis pelo teste duram apenas algumas semanas. Isso vem acontecendo em diversos paises, com distintos tipos de testes de anticorpos. ec não somente com testes rápidos como o utilizado no Epic ovid 1 9. Esta redução já havia sido sinalizada pelo Quarta fase foi realizada entre os dias 27 e 30 de agosto grupo de pesquisa no início de julho — o artigo cientifico sera publicado esta semana na revista científica The Lancet Global Health (online first). A queda em niveis de anticorpos ao longo do tempo não indica que os individuos deixem de estar protegidos. pois seus organismos guardam a memória imunológica para produzir anticorpos rapidamente em caso de uma nova infecção. Os individuos com testes positivos na última fase do Epic ovid 1 9 representam aqueles com infecções relativamente recentes. Muitas pessoas que foram infectadas hã mais tempo passaram a apresentar resultados negativos atualmente. Portanto. não está correto usar a estimativa atual para indicar uma possivel “ imunidade de rebanho ”. tampouco para avaliar a probabilidade de uma “ segunda onda ” da pandemia, segundo os pesquisadores.

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