Mudanças recentes na compreensão sobre o comportamento do metano na Terra, além de dificuldades para fazer amplas medições do que é emitido pelos oceanos, podem ter feito com que as emissões globais do gás – cujas moléculas retêm 25 vezes mais calor do que as de gás carbônico – tenham sido subestimadas.
As consequências dessa emissão maior vão desde um aumento ainda mais acentuado nas temperaturas globais até a concretização da chamada hipótese da bomba de clatrato (estrutura cristalina). Segunda essa hipótese, o metano hoje depositado no subsolo marinho poderia subir à atmosfera e gerar uma extinção em massa como as que ocorreram na transição dos períodos Permiano e Triássico (há cerca de 250 milhões de anos) e no fim do Paleoceno e início do Eoceno (há 55 milhões de anos, aproximadamente).
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Fonte: Agência Fapesp