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Embraer, Boeing e Fapesp querem desenvolver biocombustível para aviões

Publicado em 26 outubro 2011

UOL Economia

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Do UOL Economia, em São Paulo

A Embraer, a Boeing e a Fapesp anunciam nesta quarta-feira (26) uma parceria para pesquisar e desenvolver no Brasil biocombustíveis para aviação. Além de sustentabilidade, a iniciativa busca a dimunição de custos.

As duas empresas de aviação e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) devem anunciar os detalhes da parceria na tarde desta quarta-feira em um hotel de São Paulo.

Desde 2005, a Embraer produz a aeronave Ipanema movida a etanol. Segundo a empresa, essa foi a primeira aeronave produzida em série no mundo certificada para voar com esse biocombustível.

O Ipanema é líder no mercado de aviação agrícola no Brasil, com cerca de 75% de participação, e sua versão movida a etanol hoje representa aproximadamente 25% da frota em operação.

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A corrida para encontrar um novo tipo de biocombustível que seja seguro para a utilização em aviões movimenta as principais empresas do setor no mundo.

As aéreas buscam uma solução que seja de fácil adaptação aos motores utilizados atualmente, e que possa ser misturada ao tipo de combustível já utilizado (como um carro com motor flex já faz, por exemplo).

A aviação é responsável pela emissão de 2% de gás carbônico e de 3% de todos os tipos de gases de efeito estufa no mundo.