Notícia

Revista Hospitais Brasil

Eliminação correta de lixo infectante

Publicado em 01 junho 2006

O lixo hospitalar tem sido um problema bastante sério a ser contorna do pelos administradores hospitalares. O desconhecimento e a falta de informações sobre o assunto geram dúvidas entre os funcionários, pacientes, familiares e comunidades vizinhas aos centros de saúde e aterros sanitários.
É certo que o descarte indevido desse material traz grandes riscos ao meio ambiente e à saúde humana e anima!. Além disso, o risco para os profissionais da área de saúde é tema constante entre as autoridades competentes e representantes do setor.
Os resíduos produzidos pelos ser viços de saúde no Brasil representam 1% da quantidade total dos gerados no País. Por se tratar de fonte potencial de organismos patogênicos, alguns de seus componentes apresentarem caráter infectante e pe!a heterogeneidade de sua composição - podendo conter substâncias tóxicas, radioativas, perfurantes e cortantes - esse material tem um papel importante na saúde pública.
Ao longo das últimas duas décadas, houve a necessidade de se encontrar tecnologias apropriadas para o manejo interno dos resíduos hospitalares, que podem ser infectantes sólidos ou semi-sólidos, que são líquidos cujas particularidades tornam inviável seu lançamento na rede pública de esgotos; especiais, que são radioativos, farmacêuticos químicos perigosos (tóxicos, corrosivos, inflamáveis, mercúrio); e os classificados como comuns, composto por lixo administrativo, derivados da limpeza de jardins e pátios, e os restos de preparo de alimentos.
A Immunoassay, empresa atuante na área de diagnósticos por meio da industrialização, comercialização, importação e exportação de produtos para laboratórios de análises e centros de saúde, apresentará aos visitantes da Hospitalar, quatro importantes lançamentos da sua linha Clean Box, produtos especialmente desenvolvidos para a segregação, higienização, desinfecção e eliminação de lixo infectante. São caixas de papelão, sacos plásticos e corre!atos, elaborados para o descarte adequado do lixo hospitalar.
Ao todo serão quatro produtos em destaque: O Clean Box II especial mente desenvolvido para a coleta de materiais perfurocortantes para descarte de resíduos quimioterápicos; o Clean Box IV, sem concorrentes no mercado,, destina-se à coleta de resíduos químicos sólidos não perfurocortantes; e para o descarte de resíduos químicos líquidos a novidade é o Clean Box V, também sem concorrentes no merca do nacional. Todos os produtos seguem as normas definidas pelos órgãos competentes de saúde e são registrados na Anvisa.
Para completar a linha de produtos destinados ao descarte, a empresa disponibiliza para o mercado o único saco de lixo para resíduos infectantes não perfurocortantes, o Clean Bag, que foi especialmente produzido em material biodegradável, uma exigência dos órgãos reguladores.
Outro produto disponibilizado pela empresa é o TF-Test, um moderno e revolucionário sistema para a coleta de fezes' para exames parasitológicos. Fruto de projeto da FAPESP para o seu desenvolvimento a Immunoassay contou com o apoio de pesquisadores da USP, Unicamp, Unesp e Unitaú. O método proposto pelo kit TF-Test é capaz de evidenciar o maior número de for mas parasitárias intestinais, já que, em um só exame, são utilizadas três amostras (dia sim, dia não), coletadas em dias alternados e unificadas em uma dupla filtragem por centrifugação.