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Dental Press

DPJO lidera acessos de Odontologia no SciELO

Publicado em 26 julho 2017

Por Renata Mastromauro

Com mais de 3 milhões de acessos na plataforma SciELO nos últimos três anos, o Dental Press Journal of Orthodontics (DPJO) é o periódico mais acessado da Odontologia brasileira, de acordo com o SciELO Analytics. A média é de mais de 1 milhão de acessos ao ano, o dobro registrado pelo segundo colocado. O SciELO indexa e publica em acesso aberto na Internet uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros, com o objetivo de aumentar a sua visibilidade, acessibilidade, qualidade, uso e impacto (acesse aqui a página da DPJO no SciELO).

Presente na plataforma desde 2005, ainda como Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial (a revista mudou o nome para DPJO em 2010), estão disponíveis para leitura online, em inglês, 852 documentos de 56 edições, que foram citados quase 20 mil vezes em outros artigos disponibilizados no site. Confira todos os dados aqui.

A Dental Press Journal of Orthodontics é a revista oficial da Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial (ABOR) e do Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO).

Outras conquistas

A DPJO vem alcançando conquistas importante. Divulgados em junho desde ano, os índices de 2016 do SCImago Institutions Rankings (SIR) mostram que o DPJO já é o quinto periódico de Ortodontia mais citado do mundo, e o segundo de Odontologia na América Latina de maior influência e prestígio, atrás apenas do Journal of Applied Oral Science, editado pela Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB-USP). O SIR é uma plataforma de avaliação e geração de rankings para analisar a produção de pesquisa das universidades e instituições de todo o mundo, desenvolvidos a partir das informações contidas na base de dados Scopus.

Em dezembro do ano passado, a revista saltou da classificação Qualis B3 para B2, pela avaliação da Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes). Os periódicos científicos são enquadrados em estratos indicativos da qualidade – A1, o mais elevado; A2; B1; B2; B3; B4; B5; C – com peso zero.

Direção

Desde 2012, quem dá o tom da revista – e que promoveu mudanças significativas no fluxo de trabalho – é o editor-chefe David Normando, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA). Durante sua gestão, organizou e diminuiu a espera para revisão e publicação de artigos no periódico. Além disso, criou um corpo editorial plural e internacional, dividido por áreas do conhecimento, com professores expoentes de todo o mundo.

Já atuaram como editores-chefes da publicação os professores Laurindo Furquim (1996-20030; Adilson Luiz Ramos (2003-2006; e Jorge Faber (2007-2011).

Sobre o SciELO

Iniciado em 1997 de forma piloto, o SciELO passou a operar normalmente no ano seguinte e, hoje, é um modelo de publicação eletrônica de periódicos científicos adotado na publicação de coleções nacionais de periódicos nos países da América Latina e Caribe, Espanha, Portugal e África do Sul. O projeto também opera coleções temáticas em Saúde Pública, Ciências Sociais e Biodiversidade.

Mantido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), o programa SciELO conta com apoio do CNPq e tem sua infraestrutura institucional estabelecida na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) por meio da Fundação de Apoio à UNIFESP (FAPUNIFESP).

O periódicos que integram o SciELO são selecionados rigorosamente por um comitê editorial composto por dez membros, sendo cinco editores que representam as áreas de Ciências Agrárias, Biológicas, Exatas, Humanas e Letras, Linguística e Artes, escolhidos entre os editores dos periódicos das respectivas áreas indexados no SciELO Brasil, quatro representantes institucionais da ABEC, CAPES, CNPq e FAPESP e o Coordenador Operacional do SciELO, que coordena o comitê.

Os critérios de indexação do SciELO utilizados para o ingresso e permanência na coleção avaliam o caráter científico do periódico, a obediência às normas bibliográficas, a taxa de aceitação de manuscritos, o número de artigos originais publicados, a periodicidade, pontualidade, o desempenho em termos de citações recebidas e a representatividade institucional e geográfica do corpo editorial. O comitê reúne-se quatro vezes ao ano.