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Docente da Universidade Federal de São Carlos publica livro sobre política linguística no ensino de Espanhol

Publicado em 23 outubro 2012

Docente do Departamento de Letras (DL) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Fernanda dos Santos Castelano Rodrigues, lança o livro Língua viva, letra morta – obrigatoriedade e ensino de Espanhol no arquivo jurídico brasileiro, publicado pela Editora Humanitas, em coedição com a Fapesp.

O livro, fruto de sua tese de doutorado, desenvolve um panorama detalhado e atual da legislação sobre a oferta de língua espanhola no ensino formal brasileiro. Para tanto, em sua primeira parte analisa os arquivos jurídicos brasileiro sobre o ensino de línguas e a obrigatoriedade do ensino de Espanhol nas escolas de Ensino Médio a partir de 2010. Já a segunda parte analisa as justificações e proposições utilizadas para a criação de projetos de lei para incluir o Espanhol como disciplina obrigatória do sistema de educação brasileiro. Nesta análise encontram-se observações sobre a posição brasileira dentro do território sul-americano, seu isolamento e possível integração territorial, por meio da questão linguística.

Rodrigues é autora de artigos acadêmicos sobre a língua espanhola no Brasil e coautora de Español Entre Contextos, coleção didática para o Ensino Médio. É também uma das fundadoras da Comissão Permanente de Acompanhamento da Implantação do Espanhol no Sistema Educativo Brasileiro (COPESBRA), que atua desde 2009 com o objetivo de lutar em favor dos professores e ajudar na implantação da língua espanhola com qualidade.

O livro pode ser encontrado para venda em diversas livrarias e no site da editora (www.editorahumanitas.com.br).