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Revista Cafeicultura

Diretor do IAC é eleito membro titular da Academia Brasileira de Ciências

Publicado em 03 janeiro 2020

A relação dos novos membros titulares e correspondentes resulta da eleição encerrada na Assembleia Geral Ordinária, realizada em 3 de dezembro de 2019, na Sede da ABC, no Rio de Janeiro. A posse dos novos Acadêmicos será realizada no Rio de Janeiro, na Escola Naval, em 13 de maio de 2020. Os membros titulares são cientistas radicados no Brasil há mais de dez anos, com destacada atuação científica. O IAC é ligado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) e à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Machado é diretor-geral do IAC desde 24 de janeiro de 2019. Pesquisador do Instituto da área de citricultura, foi diretor do Centro de Citricultura “Sylvio Moreira” do IAC de 17 de maio de 2003 a 1º de agosto de 2018, quando se tornou diretor-técnico do Centro de Programação de Pesquisa do IAC. Engenheiro agrônomo formado pela Universidade de Brasília, em 1978, tem mestrado em Fisiologia Vegetal pela Universidade Federal de Viçosa, em 1981, e doutorado em Agronomia, pela Justus Liebig Universitat, Giessen, na Alemanha, em 1987.

Além das atividades no IAC, coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Genômica Comparativa e Funcional e Melhoramento Assistido de Citros (INCT II), apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). É membro da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e do Comitê Assessor do CNPq na área de Biotecnologia. Participa como orientador de mestrado e doutorado em cursos de pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), nas áreas de genética, biologia molecular e biologia funcional e molecular; e na Universidade Estadual Paulista (Unesp), na área de genética.

Como pesquisador e gestor, Machado valoriza a qualificação da equipe como condutora ao futuro do conhecimento e enxerga a unidade de pesquisa como geradora e difusora de ciência e tecnologia, tendo o agricultor como usuário constante dos recursos gerados.

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