Notícia

Tribuna do Norte (Natal, RN) online

Desvio de dinheiro

Publicado em 22 outubro 2008

O banco é responsável por reparar os danos causados ao consumidor por defeitos na prestação dos serviços. O entendimento foi reafirmado pela 23ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, que mandou o banco Itaú pagar indenização de R$ 18 mil por danos morais e materiais para um consumidor.

De acordo com os autos, uma determinada quantia foi transferida, via internet, da conta do cliente para outra conta, sem o seu consentimento. Em sua defesa, o banco afirmou que o sistema de acesso via internet possui total segurança, pois só pode ser acessado mediante o fornecimento de senhas e códigos de segurança.

Em primeira instância, o argumento do banco foi aceito. Em segunda, no entanto, não foi. O relator, desembargador Rizzatto Nunes, ressaltou que a ‘’segurança é prestação essencial à atividade bancária, razão pela qual o apelado [o banco] deve responder por eventual falha”.

A turma julgadora condenou o Banco a pagar R$ 18 mil para a apelante - R$ 9 mil por danos materiais e R$ 9 mil por danos morais.

( Fonte: Idec)

Desinfetantes

Produtos químicos usados para matar bactérias podem estar fazendo efeito o contrário, deixando os microrganismos ainda mais resistentes. A afirmação é de um estudo publicado na edição de outubro da revista Microbiology.

Segundo a pesquisa, pequenos níveis dessas substâncias, chamadas biocidas, podem fazer com que a potencialmente letal bactéria Staphylococcus aureus se torne mais resistente à ação de antibióticos.

Biocidas são usados em desinfetantes e antissépticos para eliminar micróbios. São comumente empregados na limpeza doméstica, em hospitais, na esterilização de equipamentos médicos e na descontaminação da pele antes de cirurgias.

A pesquisa destaca que se tais produtos forem usados em níveis corretos eles matam bactérias e outros microrganismos. Entretanto, se níveis inferiores aos indicados forem utilizados, os micróbios podem sobreviver, tornando-se resistentes à aplicação.

Os pesquisadores expuseram amostras de S. aureus retiradas do sangue de pacientes a baixas concentrações de diversos biocidas usados freqüentemente em hospitais. Ao analisar o efeito da exposição, identificaram a produção de mutantes das bactérias com a chamada bomba de efluxo mais desenvolvida, ou seja, com maior fluxo de remoção de toxinas do que o normal.

Segundo eles, se bactérias que vivem em ambientes protegidos são expostas repetidamente a biocidas, por exemplo, durante a atividade de limpeza, elas podem desenvolver resistência a desinfetantes ou, em outros casos, a antibióticos.

Estudos anteriores apontaram que tais bactérias contribuem para infecções hospitalares. O pesquisador destaca a importância do uso cuidadoso e adequado tanto de antibióticos como de biocidas que ainda não são reconhecidos pelas bombas de efluxo produzidas pelas bactérias.

(Fonte: Agência Fapesp)

Conhecendo os alimentos

• Convencional:

Alimento produzido com quantidades altas de adubos químicos, inseticidas e herbicidas, substâncias que se acumulam no organismo – podendo provocar doenças – e também no meio ambiente.

• Natural:

Alimento que não foi produzido em laboratório e não possui sabores ou corantes artificiais ou outros elementos químicos.

• Integral:

Alimento que mantém todos os seus componentes nutricionais básicos.

• Hidropônico:

Alimento cultivado na água, por meio de suportes artificiais, sem contato com o solo. Por isso, precisa de fertilizantes químicos altamente solúveis, proibidos pela agricultura orgânica.

• Orgânico:

Cultivado sem o uso de agrotóxicos, de insumos artificiais tóxicos ou organismos geneticamente modificados. É um tipo de plantio preocupado com a saúde dos trabalhadores e com o meio ambiente. Não deve ser confudido com nenhuma das classificações citadas acima.

(Fonte: Revista do Idec)