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Desenvolvimento Sustentável

Publicado em 11 novembro 2011

Por Maria Rosane dos Anjos Freitas

Maria Rosane dos Anjos Freitas

Nos assuntos tratados junto aos responsáveis pela atividade desenvolvida no meio ambiente, fica claro a perspectiva de que a preocupação com a variável ambiental, por parte das empresas, é irreversível, e de quenão se trata de modismo de momento, uma coqueluche de primeiro mundo,

Nos assuntos tratados junto aos responsáveis pela atividade desenvolvida no meio ambiente, fica claro a perspectiva de que a preocupação com a variável ambiental, por parte das empresas, é irreversível, e de que não se trata de modismo de momento, uma coqueluche de primeiro mundo, mas uma preocupação eminente e que deve crescer, em nosso país, concomitantemente com o atendimento de outras necessidades básicas, o que exigirá de nossas empresas um perfil e um posicionamento cada vez mais responsável, ético e especializado. Esta tratativa, tem se tornado obrigatória nas indústrias, com alto potencial de efluentes poluidores, tem se atraído mesmo aquelas organizações que nada têm a ver com a poluição, mercê de seu alto poder de apelo, aglutinação e de acatamento popular. Essas organizações acabam utilizando seu marketing para promover a questão ecológica em sua propaganda, em promoções, em patrocínios etc., reforçando mercadologicamente sua imagem de empresa preocupada com sua responsabilidade social. Tendência essa crescente, que será uma constante no seio das organizações que apresentam problemas de efluentes, que exigirá uma atividade administrativa especializada e específica dentro da sua estrutura organizacional e que deverá se posicionar junto aos níveis hierárquicos superiores, mantendo estreita ligação com a Alta Administração, pode ocorrer de forma mais rápida ou mais lenta em cada uma das empresas. A velocidade ou lentidão da incorporação dessa atividade e sua consolidação, que pode ter tido seu nascedouro por exigência legal, por pressões da comunidade ou por iniciativa própria, será determinada em função, principalmente, de como esta atividade é concebida dentro da organização - se apenas como uma ameaça de despesa obrigatória e constante, ou como uma oportunidade para redução de custos e de desperdício no processo produtivo, ou na busca de novos produtos e mercados.

 

Palavras-chave: Sustentabilidade. Estratégia. Legislação. Empresa

 

1 INTRODUÇÃO

 

A sustentabilidade é uma questão que de uma forma simples envolve políticas e práticas que as empresas precisam exercer, e definir uma relação que envolve ética e transparência com a sociedade. A sustentabilidade das empresas depende na grande maioria da sustentabilidade das partes envolvidas no processo, ou seja, os stakeholders, com que se relacionam. Para que sustentabilidade seja garantida, a organização deve observar e proteger suas relações, buscando no estabelecimento o equilíbrio, e nas suas relações e compromissos com os stakeholders, tendo como objetivo a transparência, flexibilidade, responsabilidade, preservação ambiental e estratégia em toda a sua estratégia.

 

Para a implantação e manutenção da sustentabilidade dentro de uma organização se faz necessário varias estratégias voltadas para o mercado interno e externo.

 

Ao estudar o processo de Estratégias e Desenvolvimento Sustentável dentro das Organizações, podemos destacar pontos interessantes que serão analisados no decorrer do estudo.

 

O Objetivo do presente estudo é evidenciar a historia e a evolução histórica do desenvolvimento sustentável bem como as práticas para manutenção da empresa em processos sustentáveis.

 

A importância do tema a ser trabalhado é de que cabe ao cidadão consumidor fiscalizar as práticas de sustentabilidades prometido e praticado pela Empresa.

 

2 DESENVOLVIMENTO

 

Em 1950 a escassez dos recursos naturais não era evidente, bem como um estudo em relação ao crescimento populacional, o que iria impactar diretamente no aumento do consumo, crescimento econômico, e maior exploração dos recursos.

 

Em meados 1968 iniciou um estudo do crescimento demográfico, criado então o Clube de Roma na tentativa de encontrar soluções para os problemas decorrentes das crescentes pressões demográficas que já exerciam sobre o delicado equilíbrio do ecossistema do planeta, atingindo os recursos não-renováveis.

 

Apenas na década de 70 foi então proposto ao Clube de Roma por D. Meadows e alguns cientistas o Informe “Limites do Crescimento” que adotava um modelo matemático mundial, embasado num crescimento demográfico e econômico a longo prazo que consistia em inevitáveis efeitos catrastoficos que ocorreriam no próximo século, os impactos estariam diretamente ligados a escassez de recursos, poluição e fome, doenças,havendo um aumento no índice de mortalidade, portanto havendo uma necessidade de adotar uma política mundial do controle do crescimento.

 

Na Conferencia de Estocolmo em 1971 foram elaboradas metas sociais e ambientais que destacavam os problemas da pobreza e o crescimento da população, direcionando essas metas a paises em via de desenvolvimento.

 

No parecer Franco (2008, p. 26), o conceito de desenvolvimento sustentável e, portanto, muito complexo e controvertido, uma vez que para ser implantado exige de nossa parte mudanças fundamentais na nossa maneira de pensar, viver, produzir e consumir.

 

Ainda conforme SAVITZ (2007, p. 2), empresa sustentável é “Aquela que gera lucro para os acionistas, ao mesmo tempo em que protege o meio ambiente e melhora a vida das pessoas com que mantém interações . Estas interações não estão vinculadas a filantropia ,que não tem vinculo algum com o termo estudado . Filantropia, segundo Luft (2000, p. 328), significa caridade, humanitarismo, altruísmo. Para SAVITZ (2007), uma empresa pode sim ter ações de caridade, porém para ser sustentável é necessário agregar valor para todos os envolvidos nas interações.

 

Conforme Gabriella Carelli (Veja 2010, ed 2.168, p.149) As empresas descobrem que a biodiversidade significa dinheiro em caixa e que a saúde do negocio esta vinculada a saúde do planeta.

 

Segundo Neves (2002, p39), a partir de políticas ambientais adotadas pelas empresas, as mesmas estarão agindo de forma equilibrada, na revisão de processos produtivos e seu desenvolvimento social e ambiental.

 

Conforme a resolução do Conama nº001, de 23-01-1986 – Trata dos estudos de impacto Ambiental (EIA) e Relatórios de Impacto sobre o meio ambiente (RIMA).

 

Segundo Neder( 1982-1998, pág 283) A legislação estipula que dependerão de licenciamentos do órgão estadual estradas de rodagem , ferrovias, aeroportos, linhas de transmissão de energia, alem de gasodutos e oleodutos. Obras hidráulicas, Além de complexos agroindustriais e distritos industriais de grande porte, e todos os projetos urbanísticos acima de 100 hectares estão incluídos.

 

Conforme Motta (2006) o uso eficiente dos recursos ambientais, não deriva ser problemático se as condições de eficiência forem obedecidas. Assim como para qualquer bem de consumo, a alocação ótima dos recursos ambientais poderia ser resolvida, via mercado, sem qualquer intervenção governamental.

 

De acordo com Sampaio (2003, p.6,7) no plano internacional tais princípios não são tecnicamente considerados obrigatórios, eles possuem uma importância impar para a proteção do meio ambiente em âmbito local e internacional.

 

As empresas que partirem de certos princípios, poderão trabalhar de maneira sustentável e se tornarem competitivas, através de estudos evitar o consumo de danos causados ao meio ambiente, reparando os impactos causados, e, informando a população sobre as ações que serão por ela adotada, permitindo o acesso a relatórios de impactos ambientais e guando necessário se pronunciar em suas tomadas de decisões.

 

De acordo com o posicionamento de Neves (2002, p 49) As empresas serão responsabilizadas pelos resíduos gerados em toda a cadeia produtiva, que vai desde a compra, consumo e disposição dos produtos finais.

 

Num processo de estudos de planejamento e estratégia dentro de uma organização, as empresas constata-se um desempenho empresarial muito elevado para com os stakeholders. As empresas não estão interessadas apenas nos processos de sustentabilidade, mas buscam, contudo, gerar valores para sua marca o estudo mostra aumento de lucro liquido da empresa e um diferencial competitivo apontado pelas mesmas por conta do enfoque a sustentabilidade.

 

Quanto à questão de sustentabilidade encontram-se o comprometimento, tendo em vista seus condutores internos e gerência, unidades operacionais descentralizadas, baixa e pequena sistematização geram as maiores deficiências no processo de transformação cultural. Já uma grande e significativa parcela conta com os stakeholders em seu processo de planejamento.

 

Esses índices apontados abaixo foram extraídos de alguns conjuntos de indicadores como: Indicadores Ethos de Responsabilidade Social Empresarial; Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável – CEBDS; modelo de Balanço Social Empresarial do Ibase; Indicators that Count 2002,Business in the Community – BitC; e os indicadores sugeridos pela FPNQ na publicação “Primeiros Passos para a Excelência 2002”).

 

Destaca-se ainda nesse processo o qual objetivo de maior busca pela empresa dentre elas:

 

Obter diferencial competitivo;

 

Aumentar riqueza entre acionistas;

 

Desenvolver uma cultura de empreendedorismo, desenvolvendo pessoas e competências, aumentando assim a competição de mercado;

 

Desenvolver uma cultura de desenvolvimento sustentável, entre outros.

 

Assim constata-se alem de todos esses aspectos, talvez o mais interessante que foi observado seja a sensibilidade das empresas que dão atenção as demandas e observações de seus stakeholders.

 

O ambiente da atualidade tem se mostrado como as as empresas trabalham e tem vivenciado o surgimento de novas metodologias que devem ser desenvolvidas e trabalhadas como resultado estratégico de alterações nas ideologias e valores de uma sociedade como a nossa sociedade.

 

Diante disto a atividade desenvolvida nas atuais organizações, além das considerações sócio-econômico e produtivas, incluem também as ínquietações de cunho político-social, que incluem também a assistência médica e social, defesa de todos os grupos, inclusive grupos minoritários, controle da poluição ambiental e principalmente a proteção ao consumidor em todas as classes.

 

Mudança como essa vem a se consolidar no fato de que, além do notável êxito conquistado pelo nobre sistema capitalista, em razão de uma eficiente combinação não só da ciência e tecnologia e de uma eficiente administração dos recursos, e, quando comparado seus resultados monetários e econômicos com outros resultados sociais, como diminuição da pobreza, destituição de áreas urbanas, controle eficiente da poluição, redução das inequidades da sociedade, entre vários outros aspectos , constata-se que ainda há muito a ser conquistado

 

Desta forma, a sociedade tem exigido, e exigido cada vez mais, por parte das organizações, um posicionamento mais adequado e responsável, no sentido de minimizar a diferença verificada entre os resultados econômicos e sociais.

 

Entre as diversas e várias solicitações arquidas pela atual sociedade , que acabam por afetar o mundo dos negócios, a também as inúmeras preocupação ecológicas acabam por ter um ganho considerável, significativo em questão de sua alta relevância para a questões de qualidade de vida de todas as classes populacionais, o que tem exigido das empresas, um novo posicionamento em sua interação com o meio ambiente.

 

De acordo com a Carta de Princípios sobre Desenvolvimento Sustentável, elaborada pela Câmara de Comércio Internacional e lançada no dia 10/04/1991, representa um grande avanço no gerenciamento ambiental na indústria desde os primórdios da industrialização.

 

Desde os primórdios da atualidades as indústrias já surgem com o desafio de trabalhar os problemas ambientais, mas em um estado em que os problemas de peque relevância, visto as mínimas escalas de produção e a das populações menores e pouco concentradas. As exigências apresentadas pelo meio ambiente eram poucas e a fumaça das chaminés era tido como símbolo de grandeza e progresso, apresentado de maneira orgulhosa na divulgação de várias indústrias. As Indústrias são forçadas a trabalhar e monitorar a liberação da fumaça na atmosfera por meio equipamentos e processos controlado mensalmente.

 

Surge a nova consciência ambiental, muda o pensamento do homem e surge a capacidade de reagir em todas as transformações culturais que aconteceram nas décadas de 60 e 70, onde a conquistou-se um ganho de dimensão imensurável e evidenciou o sistema de proteção do meio ambiente como principio fundamental do homem moderno para os cuidados ambientais.

 

Na cultura atual, a fumaça passou a ser vista como uma fonte de estudo e preocupação e não mais como estratégia. Dessa forma, as Indústrias começaram a se preocupar e estudas todas as questões ambientais e procuraram desenvolver estratégias para atender a legislação e, vigor e a demanda de seu ambiente externo.

 

Diante disto , verifica-se que as respostas as questões da indústria ao novo desafio ambiental ocorrem em três fases, e em muitas das vezes em numero elevado, dependendo da importância e do grau de conscientização das questões ambientais no âmbito empresarial:

 

Os cuidados com o controle ambiental nas saídas, dentro da integração do controle ambiental nas práticas e processos industriais, e ainda a interação do controle ambiental na gestão administrativa.

 

Algumas organizações se perfilam na primeira fase, enquanto a maioria se encontra na segunda fase e apenas uma minoria, na já amadurecida terceira fase.

 

A primeira fase constitui-se na instalação de equipamentos de controle da poluição nas saídas, como chaminés e redes de esgotos, mantendo a estrutura produtiva existente. A despeito de seu alto custo e da elevada eficiência dos equipamentos instalados, esta solução nem sempre se mostra eficaz, tendo os seus benefícios freqüentemente questionados pelo público e pela própria indústria.

 

Essa insatisfação conduziu a uma segunda geração de respostas, em que o controle ambiental é integrado nas práticas e processos produtivos, deixando de ser uma atividade de controle da poluição e passando a ser uma função da produção.

 

Prevenção da poluição se torna o principio básico, envolvendo a seleção das matérias-primas, o desenvolvimento de novos processos e produtos, o reaproveitamento da energia, a reciclagem de resíduos e a integração com o meio ambiente.

 

Entendemos que as preocupações com o meio ambiente não pararam de crescer e acabaram por atingir todo o mercado, redefinindo-o como estabelecimento de um verdadeiro mercado verde, que torna os consumidores tão temíveis quanto os órgãos de meio ambiente.

 

Surgido no primeiro momento nos países mais desenvolvidos, este mercado tem suas raízes em pessoas, consumidores já satisfeitos em todas as suas necessidades quantitativas, e que tem co o objetivo preocupar-se com a qualidade dos produtos e a maneira, o processo de como são produzidos, desprezando os que lhes se assemelham aos mais prejudiciais ao meio ambiente nem sempre com provas e muitas vezes nas campanhas idealizadas por grandes empresas e setores concorrentes;

 

Diante isso, fica claro que a proteção ao meio ambiente deixa de ser uma exigência punida com multas e sanções e insere-se em um quadro de ameaças e oportunidades, em que as conseqüências passam a poder significar posições na concorrência e a própria permanência ou saída do mercado.

 

Nesse contexto, firma-se o conceito primordial de excelência ambiental, que avalia a indústria não só em seu desempenho econômico e produtivo, mas também em sua performance em relação ao meio ambiente. Embora não suficiente, o tratamento ambiental por excelência passa a ser considerada necessária para o sucesso de qualquer empresa: quando não atingida,se torna capaz de ser ruinosa e irrecuperável; quando alcançada no momento adequado e bem explorada, passível de se converter em oportunidades de novos ganhos e crescimento, o sucesso da organização é certo.

 

Prontamente o mercado de capitais também captou esta tendência e imediatamente passou a levar crescentemente em consideração o aspecto ambiental em suas decisões de investimento em todas as tomadas de decisões.

 

A gestão administrativa considerou a evolução e levou algumas organizações a integrar o controle ambiental, projetando-o nas mais altas esferas de decisão. Atender ao presente e gerar respostas setoriais e estanques passou a não ser suficiente; olhar o futuro, horizontalizar a análise e planejar corporativamente passou a ser o caminho natural.

 

Com a grande evolução do sistema de proteção ambiental dentro da empresa, essa desloca-se de forma grandiosa, deixando de ser uma função de exclusividade da produção para tomar-se uma função de grande importância para a administração. Vista na estrutura de uma empresa, e vem de forma eficaz a interferir no planejamento estratégico, dessa forma passou a ser uma atividade de grande relevância na estrutura organizacional da empresa, seja no crescimento das atividades rotineiras, seja na questão de vários cenários alternativos e a conseqüente estudo de sua constante evolução, e com essa vem a gerar políticas, estratégias e estudos para desenvolver os planos de ação. Nesse sentido, a diretoria passa a tratar como importante a administração ambiental e essa passa a assumir uma estratégia de Constancia nas questões que envolvem o meio ambiente e a organização da empresa.

 

Essa atividade passa a fazer parte fundamental dentro da organização e passa a ocupar o interesse dos presidentes e diretores e a exigir uma nova função administrativa na estrutura administrativa, uma mudança de cultura que pudesse abrigar um corpo técnico específico e um sistema gerencial especializado, com a finalidade de propiciar à empresa uma integração articulada e bem conduzida de todos os seus setores e a realização de um trabalho de comunicação social moderno e consciente.

 

Assim se faz entender que a preocupação com o meio ambiente torna-se, um valor da empresa, explicitado publicamente como um dos objetivos principais a ser perseguido pelas organizações.

 

CONCLUSÃO

 

Levando em consideração as informações obtidas e apresentadas nesse estudo, constamos que o desenvolvimento sustentável é uma questão de sobrevivência para todas as organizações, esta atrelado a maneira de como as empresas atuam perante a sociedade aos stakeholders e o meio ambiente, visto que são necessárias novas e constantes atitudes e regulamentos a serem aplicados para que as mesmas se tornem mais efetivas em suas ações, buscando uma preservação dos recursos naturais, e se tornando mais competitiva, perante o mercado.

 

Constatamos que empresas socialmente responsável assume uma postura ética e sustentável mediante a sociedade e conquequentemente obtendo melhores resultados de suas atividades, conquistando a confiança dos consumidores.

 

Observamos ainda que a questão ambiental é uma questão de mudança de cultura, questão que envolve desde a mais alta administração até os operacionais e que é um trabalho continuado, educação continuada, para o sucesso da empresa.

 

Para tanto, serão necessárias medidas de reeducação na utilização dos recursos, desde o desenvolvimento de produtos e materiais, consumo, e até mesmo a responsabilidade pelo descarte do material utilizado, pós-consumo e um planejamento empresarial adequado sustentável, uma estratégia empresarial.

 

Constamos que com a evolução constante das ferramentas para tratamento e monitoramente das questões ambientais cabe ao consumidor assumir o papel de fiscal das empresas para fazer que as empresas cumpram o seu papel com a sociedade e com meio ambiente, adotando práticas de produção saudável e sustentável.

 

REFERENCIAS

 

Áreas protegidas Publicas e Privadas, Seleção e Manejo, Morsello Carla, Annalube, São Paulo, 2001

 

Franco, Maria de Assunção Ribeiro PLANEJAMENTO AMBIENTAL PARA UMA CIDADE SUSTENTAVEL, 2ªED – São Paulo: Annablume, FAPESP, 2008.

 

Motta, Reinaldo Seroa da, ECONOMIA AMBIENTAL, Rio de Janeiro, Editora FGV, 2006

 

Neder, Ricardo Toledo, Crise Socioambiental: estado e sociedade civil no

 

Brasil, 1982-1998, São Paulo, FAPESP 2002

 

Neves, Márcia / O NOVO MERCADO – Rio de Janeiro – 2002 E-Papers Serviços Editoriais

 

Qualidade Ambiental, ISO 14000 Cyro Eyer do Valle – 5ªed – Editora SENAC, 2004.

 

Princípios de Direitos Ambiental / Jose Adercio Leite Sampaio, Belo Horizonte, 2003.

 

SAVITZ, Andrew W. A empresa sustentável. Rio de Janeiro: Elsiever, 2007.

 

Veja 2010, ed 2.168, p.149

 

http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/10.1590_S0034-75901994000200008.pdf - Acesso em 03/0/9/2011