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Demanda dos Institutos Nacionais de C&T foi de R$ 1,5 bilhão

Publicado em 18 novembro 2008

Analisando a demanda por regiões, o Sudeste apresentou 67% das propostas enviadas, o Nordeste e o Sul 11%, cada, o Centro-Oeste 6% e o Norte 5% dos projetos submetidos ao edital. Dos recursos disponíveis, serão destinados 35% para os projetos dos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, 15% para o Sul e 50% para a região Sudeste.

A criação dos institutos conta com a parceria da Capes/MEC, e das Fundações de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), do Pará (Fapespa), de São Paulo (Fapesp), Minas Gerais (Fapemig), Rio de Janeiro (Faperj) e Santa Catarina (Fapesc).

Durante a reunião, o Ministério da Saúde garantiu apoio a um conjunto de projetos relacionados com saúde humana, e os representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Petrobras selecionaram projetos que poderão também contar com apoio desses parceiros.

O Comitê de coordenação analisou as recomendações da comissão de especialistas, que se reuniu de 27 a 31 de outubro, assim como a avaliação das diretorias científicas das fundações de amparo à pesquisa que participam do programa.

As propostas aprovadas receberão financiamento por até cinco anos; os recursos para os três primeiros anos já estão garantidos, e somam cerca de R$ 520 milhões, aí incluídos R$ 30 milhões em bolsas que serão concedidas pela Capes e os novos recursos aportados pelo Ministério da Saúde.

O desempenho de cada instituto constituído no âmbito deste programa será acompanhado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pelo Comitê de Coordenação, enquanto que a avaliação do programa, tendo em vista as metas inicialmente propostas, será feita pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE).

Comitê de Coordenação do Programa dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia

Sergio Rezende, ministro da Ciência e Tecnologia

Luiz Antônio Rodrigues Elias, secretário Executivo MCT

Marco Antonio Zago, presidente do CNPq

Ricardo Gattass, representante da Finep (Representando Luis Manuel Rebelo Fernandes, Presidente da Finep)

José Roberto Drugowich, diretor de Programas Horizontais e Instrumentais do CNPq;

José Oswaldo Siqueira, diretor de Programas Temáticos e Setoriais do CNPq

Jorge Almeida Guimarães, presidente da Capes, do Ministério da Educação

Lúcia Carvalho de Pinto Melo, presidenta do CGEE

Reinaldo Nery Felipe Guimarães, secretário de Ciência Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) do Ministério da Saúde

Lúcia Lázaro Tavares, representante da Petrobrás, do Ministério de Minas e Energia (Representando Carlos Tadeu Fraga)

Helena Tenório Veiga de Almeida, representante do BNDES, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Representando João Carlos Ferraz)

Carlos Henrique de Brito Cruz, representante da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Fapesp

Ruy Garcia Marques, representante da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro, Faperj

Evaldo Ferreira Vilela, representante da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, Fapemig

César Zucco, representante da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Santa Catarina, Fapesc

Ubiratan Holanda Monteiro, representante da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará, Fapespa

Odenildo Teixeira Sena, representante da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, Fapeam

Celso Pinto de Melo, representante da comunidade científica e tecnológica

Marco Antônio Raupp, representante da comunidade científica e tecnológica

Otávio Guilherme Velho, representante da comunidade científica e tecnológica

Eduardo Moacyr Krieger, representante da comunidade científica e tecnológica

Hernan Chaimovich Guralnik, representante da comunidade científica e tecnológica

José Ellis Ripper Filho, representante do setor empresarial

Hermann Wever, representante do setor empresarial

Estiveram ainda presentes à reunião, como convidados, Wrana Panizzi, vice-presidente do CNPq, Walter Colli, que coordenou a comissão de especialistas, e Ronaldo Mota, assessor do MCT.

Fonte: Jornal da Ciência