Notícia

Folha de S. Paulo

Crise na USP

Publicado em 05 setembro 2014

Por Hélio Schwartsman
SÃO PAULO - Eu me esforço, mas não consigo entender a lógica da greve na USP. Quando uma empresa está prestes a falir, com 106% de seu faturamento comprometidos com a folha salarial, empregados não costumam exigir aumentos. Nestes casos, a atitude racional é rezar para que a firma consiga sobreviver. É brincadeira, claro. Rezar nunca é uma atitude racional. O intento dos grevistas parece ser pressionar sabe-se lá quem para que o governo do Estado aumente a proporção de recursos que transfere para a universidade e continuar atuando [...]

Conteúdo na íntegra disponível para assinantes do veículo.