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Coronavírus feminino

Publicado em 14 novembro 2020

por Renata Souza

De acordo com o conhecimento da Open Box of Science, publicada em fevereiro, os doutorados na plataforma Lattes no Brasil pertencem, em sua maioria, aos homens, representam 59,7% do total, enquanto 40,3%. nas ciências fitness, são a maioria: 57% do total de 28. 612 pesquisadores registrados.

Assim como o novo coronavírus chegou ao Brasil, cientistas já estavam presentes, o primeiro caso no país foi mostrado em 26 de fevereiro, e menos de 48 horas depois, uma equipe coordenada, em sua maioria mulheres, liberou o sequenciamento do vírus.

A USP, como um todo, é um polo vital de produção clínica neste momento. Projetos semelhantes ao diagnóstico, tratamento, aspectos clínicos, progressão vacinal e muitos outros estão em andamento na Universidade. Lá, professores e pesquisadores coordenam dezenas de projetos semelhantes a covid-19 no campo da forma física.

O sequenciamento genético de um vírus é o primeiro passo obrigatório no combate a uma epidemia, em palavras malucas, é isso que nos permite perceber a distribuição do vírus, como ele se replica e a identidade de sua origem geográfica, como resultado, medicamentos e vacinas. Isso é o que o professor Ester Sabino e sua equipe têm feito em menos tempo do que qualquer outro país do mundo.

“Era imaginável serialar o vírus em pouco tempo porque estávamos preparados. Estamos trabalhando nisso desde o ano passado. Tivemos uma grande série de febre amarela e dengue. Então, quando o vírus sars-CoV-2 chegou, tudo estava em posição de fazê-lo”, explica o imunologista.

As pinturas são uma parceria entre a Universidade de São Paulo, o Instituto Adolfo Lutz e a Universidade de Oxford; Ester Sabino, coordenadora em São Paulo, enquanto o pesquisador Nuno Faria coordenou na Inglaterra; ambos são culpados do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para a Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia da Arbovirose (Cadde). O trabalho é estudar, em tempo real, surtos de arboviroses no Brasil, como dengue e Zika.

Como o sequenciamento do novo coronavírus – basicamente para monitorar mutações imagináveis – continua a participar de mais de 10 estudos semelhantes a combate semelhantes a pandemia. Um dos artigos assinados pela Ester e publicado recentemente analisa imunidade coletiva para o Covid-19 na Amazônia brasileira.

Na Faculdade de Medicina da USP, os espaços máximos de estudo apresentam projetos liderados por mulheres. No diagnóstico, patologia, autópsia, imagem, tratamento, epidemiologia, tratamento da fala e obstetrícia, os estudiosos estão coordenando o trabalho.

Ester Sabino ressalta que os homens não são os principais no quadro da biomedicina. “Eu não sinto tanta discriminação. Acredito que o fator das mulheres na ciência está mais no processo de avançar em direção à tabela administrativa. Acho que é mais complicado” quando você é um diretor do que no início de sua carreira para mulheres”, explica.

Para perceber o efeito de medidas não farmacológicas para combater o novo coronavírus na vida dos jovens brasileiros, a pesquisadora Cristiane Cabral coordena o trabalho “Covid-19 e Adolescentes: Desafios para Medidas De Distância Física e Social”.

As pinturas de Cristiane começam com a criação de 4 grupos, modelados por jovens da zona leste da cidade de São Paulo, a funcionalidade será online, por meio de questionários. Até agora, no entanto, os pesquisadores realizaram apenas um experimento com um grupo piloto.

“Ainda não tivemos escolaridade suficiente para ter um tamanho do impacto nas trajetórias de outros jovens em relação ao contexto dessa crise humanitária e, sobretudo, a forma como vivemos e vivemos em países periféricos”, explica Cristiane.

Os estudos são uma aliança entre a Universidade de São Paulo e a Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, e o instrutor explica que já existe um projeto semelhante, fora do contexto da pandemia, entre as duas instituições, este é o Estudo Global de Jovens Adolescentes (Geas). Com a chegada do covid-19 ao Brasil, Cristiane analisa o cenário de outros jovens nesse cenário expresso.

Quanto à seleção da região onde os outros jovens residirão, o pesquisador diz que isso é resultado da diferença com que a pandemia afeta outros contextos. “Aqui no Brasil, vemos, todos os dias e todos os dias, a burocracia expressa e expressa à população a que a pandemia chegou, tira nossas desigualdades de moradia e as expande, seja em termos de pertencimento social, pertencimento social em relação à raça, região de residência, entre outras.

Refletindo sobre seu prestígio como uma cientista, Cristiane expande a universidade como um todo:

Estamos lutando, lutando por uma maior igualdade, acho que é nosso compromisso ético, político e ético, como mulher, buscar posições justas e iguais em relação aos homens, mas as diferenças estão lá. ser diferente.

– Cristiane Cabral

Se a pandemia atingiu países periféricos, destacando diferenças com a desigualdade de gênero, não é diferente. Para a professora Cristiane, a pandemia tem basicamente afetado o “cuidado” e as mulheres científicas. Se eles são culpados de jovens menores ou idosos. “Claro que é, sem demora afetada, por isso é transparente que uma parte da sua produção educacional seja afetada, é claro que você terá uma carga de trabalho absurda e se comunicar sobre essa carga de trabalho absurda é comunicar sobre a desigualdade de gênero, comunicar sobre essa divisão igualitária”, explica Cristiane.

Das sete tarefas de estudo em andamento na AIC, uma tem uma mulher como professora culpada. A microbiologista veterinária Ana Marcia de So guimares lidera a tarefa “Avaliação dos hamsters sírios (Mesocricetus auratus) como um estilo experimental de infecção e doença SARS-CoV-2 “

Os estudos da professora Ana Marcia, que estão em fase inicial, obtiveram o investimento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Segundo ela, estudos sugerem “desenvolver um estilo animal de infecção por sars-CoV-2 e doença que pode ser usado para estudos adicionais sobre patogênese, remédio e vacinas Covid-19”.

Os professores associados Edison Luiz Durigon, Claudio Marinho, Cristiane Guzzo e Carsten Wrenger também estão envolvidos na tarefa. Dentro de dois anos após a prorrogação da cessão, os hamsters serão avaliados para infecção com o novo coronavírus através de métodos “clínicos, hematológicos, bioquímicos, imunológicos, “parâmetros histopatológicos e moleculares”. Por enquanto, como diz o professor, os efeitos de um piloto verificam a boa sorte do modelo animal selecionado.

Sobre a importância dos estudos, Ana Marcia explica que “antes que tratamentos e vacinas possam ser avaliados em ensaios clínicos em pessoas, eles são testados em estilos animais de infecção e/ou doença”. O pesquisador acrescenta que esclarecer que a construção de um sars-CoV-2 surge com uma série de desafios. “É um vírus que tende a ser específico da espécie, e o rato clássico é resistente à infecção. Nossos estudos utilizam um estilo fácil de gerenciar que pode ser trabalhado nos Laboratórios de Biossegurança nível 3 do ICB-USP”, conclui.

Além dessa pesquisa, o microbiologista também se preocupou com a progressão de uma plataforma para profissionais de fitness da pandemia. No endereço virtual, os visitantes são informados sobre a manutenção e descarte de equipamentos de proteção não públicos. Até 9 de outubro, mais de 160. 000 pessoas acessaram o site.

Ana Márcia com Ester Sabino que a discriminação ocorre em cargos de liderança e coordenação, neste último a presença masculina é maior. Além disso, a professora Ana enfatiza que “as mulheres também têm tendência a ser menos representadas em ocasiões clínicas como professoras e não me surpreende que haja diferenças no avanço da carreira e na produção clínica nas outras caixas universitárias”. Para ela, o fator gênero está na caixa de saúde existente, como em quase todos os ambientes profissionais.

O microbiologista veterinário ressalta que a pandemia também deixará linhas para a funcionalidade das mulheres na ciência. “Durante a pandemia, a maioria dos cientistas se engajou em atividades domésticas e de cuidados infantis. As instituições não parecem se importar; Não vejo nenhum movimento para salvar ou recuperar o enorme abismo que existirá entre cientistas machos e femininos no final da pandemia.

A frase anterior é da professora Ana, que falou do desejo de igualar a presença feminina na academia, ela e Esr e Cristiane concordam que a desigualdade das mulheres cientistas nas posições de poder se destaca. Ana Marcia destaca as evidências clínicas de que equipes mais variadas produzem estudos mais qualificados. “É estranho ver que os próprios cientistas e estabelecimentos esquecem os estudos nesse campo e no que é certo, e fazem pouco esforço para criar um ambiente mais variado e inclusivo. Em outros países, as políticas de diversidade, equidade e inclusão no ensino superior e nos estudos em geral estão mais presentes”, conclui.

Para a professora Cristiane, teremos que ter esperança. Lembre-se, alguns anos atrás, as mulheres passaram homens em uma porcentagem semelhante a anos de estudo. E é aqui que você vê esperança: “assim como houve essa reversão do buraco de gênero em termos de educação, durante anos de estudo, espero que tenhamos mais. mulheres que serão professoras em tempo integral, professores titulares, que ocuparão cargos de alto escalão, cargos de liderança na universidade, porque isso faz toda a diferença. “Dessas diferenças, de outras trajetórias de vida, é que o global pode ser notado de outra forma, com outros pontos de vista.

Concisamente, o diretor de LMI da FMUSP conclui dizendo que “temos que seguir em frente, temos que fazê-lo e queremos fazer mudanças”.

 

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