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Publicado em 21 novembro 2019

Presença das primeiras gerações de indígenas na pós-graduação amplia escopo de investigações científicas

Mais de 170 anos após a criação da primeira instituição de ensino superior no Brasil, no final da década de 1980 os primeiros indígenas começaram a ingressar em cursos de graduação nas universidades brasileiras. Essa presença se intensificou a partir deste século, quando foram defendidas as primeiras teses de doutorado. Hoje, é um fenômeno em ascensão, caracterizado pelo desenvolvimento de pesquisas que permitem a proposição de novas questões para diferentes campos do saber, que vão de estudos etnográficos à educação, passando por análises sobre agroecologia e sustentabilidade.

Leia na íntegra: Revista Pesquisa Fapesp