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UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas

Congresso de Iniciação Científica abre com número recorde de inscritos

Publicado em 25 setembro 2008

Aconteceu na tarde desta quarta-feira (24), no auditório III do Centro de Convenções, a abertura da 16ª edição do Congresso Interno de Iniciação Científica da Unicamp. Foram inscritos 1.178 painéis – 132 a mais que o ano passado –, distribuídos nas áreas de Tecnológicas (354), Biomédicas (306), Humanas (234), Exatas (223) e Artes (61). O pró-reitor de Pesquisa, Daniel Pereira, ressaltou que apenas os 647 bolsistas Pibic/CNPq tinham obrigatoriedade de participação no evento. “Importante verificar que, além dos bolsistas Pibic, 288 são trabalhos de bolsistas SAE; 81 trabalhos são provenientes de editais do CNPq; 96 são trabalhos com financiamento Fapesp e, ainda, 33 trabalhos inscritos sem fonte de financiamento”, afirmou Pereira. A exposição poderá ser visitada pela comunidade interna e o público em geral até amanhã (25), no Ginásio Multidisciplinar da Unicamp (GMU), das 15h30 às 17h30.

O número recorde de trabalhos inscritos fez com que a abertura do evento, realizada tradicionalmente nas dependências internas do GMU, fosse transferida para o Centro de Convenções. “Isso foi a conseqüência do crescimento do congresso: impossibilitou a utilização de parte do ginásio utilizada para a abertura”, explicou o pró-reitor de Pesquisa.

O evento, segundo Pereira é visto com satisfação porque é um reflexo de que a comunidade considera cada vez mais importante essa atividade que, de fato, tem um impacto na formação do estudante. “Com essa satisfação traz também uma enorme responsabilidade porque fica cada vez mais difícil de gerenciar, do ponto de vista de organização e logística”, disse ele. Mas é preciso considerar, reflete Pereira, que as atividades de pesquisa contribuem para a consolidação e na capacitação da qualidade da formação do aluno da Unicamp.

Para o pró-reitor de Graduação, Edgar Salvadori De Decca, é muito importante observar que progressivamente a inclusão de estudantes nesse programa de iniciação científica tem sido crescente. “Tenho certeza que esse é um dos programas mais importantes, não só para a Unicamp, mas também para o cenário científico nacional. Ele dá a oportunidade inicial para os nossos estudantes de poder oferecer aos seus colegas e aos seus professores o resultado de sua dedicação e trabalho à pesquisa”, resumiu De Decca.

Na opinião do coordenador-geral da Unicamp, professor Fernando Costa, são poucos os países que possuem uma programação centralizada nessa magnitude e com esse tipo de organização. No entanto, adverte Costa, todos os países reconhecem a importância da atividade de pesquisa durante o curso de graduação. “É importante ressaltar que a iniciação científica não é importante apenas para aqueles que serão cientistas e professores universitários. Saber trabalhar com o método científico em todas as suas fases é fundamental também para aqueles que seguirem carreira na iniciativa privada ou em empresas públicas”, garantiu o coordenador geral. Leia matéria completa sobre o Congresso Interno no Jornal da Unicamp.