“É claro que, no meio desse universo, podem ter indivíduos que mentiram ou que omitiram essas informações. Mas, como a base de dados é grande, estimamos que esses falsos positivos ou falsos negativos sejam poucos”, pondera Paraboni, que também é pesquisador associado do Centro de Inteligência Artificial, um instituto de engenharia mantido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e pela IBM Brasil.
G1
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