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Jornal da USP online

Casa da Ciência busca pesquisadores para produção de vídeos educativos

Publicado em 22 janeiro 2021

Por Giovanna Grepi

Aprimorar a cultura científica de estudantes do ensino básico e, por meio de vídeos, despertar o interesse dos jovens na área da ciência. Esses são os objetivos do Adote Online, programa da Casa da Ciência que está com inscrições abertas para pesquisadores e pós-graduandos trabalharem na produção de vídeos sobre conceitos de diferentes áreas de especialização científica. No final de cada videoaula os pesquisadores darão um desafio sobre o tema para os alunos solucionarem e para fixar o aprendizado.

O Adote Online é uma derivação de outra atividade, o Adote um Cientista, que ocorria de maneira presencial antes da pandemia e recebia estudantes e professores da região em reuniões semanais com pesquisadores da USP. A proposta é sempre divulgar a ciência entre jovens estudantes, além de auxiliar o trabalho de professores do ensino básico. No formato virtual, os vídeos elaborados abordam temas relacionados à área de estudo dos pesquisadores que realizam a produção, ou a conteúdos dominados por esses cientistas. Confira alguns vídeos do projeto já realizados no Canal da Casa da Ciência no YouTube.

Exemplo de vídeos do projeto Adote Online

Com 21 anos de existência, a Casa da Ciência é um programa do Hemocentro de Ribeirão Preto que desenvolve atividades de ensino de ciências com objetivo de aproximar a pesquisa científica de alunos e professores da rede básica de ensino e apoiá-los. O programa segue uma linha educacional que conta com pesquisadores e pós-graduandos da USP e do Hemocentro de Ribeirão preto. O projeto é parte do Centro de Terapia Celular (CTC-USP), integrante dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid), financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo (Fapesp).

Os interessados devem enviar e-mail para contato@casadaciencia.com.br ou pelo telefone (16) 2101-9308.

Acompanhe as mídias digitais da Casa da Ciência: Site, Facebook e Instagram.

.Com informações de Eduardo Loria Vidal, do Centro de Terapia Celular

 

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