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Publicado em 13 novembro 2012

Enquanto isso, pesquisadores do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia informaram que, em cerca de dez anos, a planta terá de mudar seu nome para "cana-energia". Com base na engenharia genética, ela será mais resistente à seca e menos dependente de fertilizantes e defensivos.

"Nosso objetivo maior é aumentar a produção de etanol e de biomassa com o menor impacto ambiental possível. E isso inclui o adequado uso da terra, da água e redução das emissões de poluentes", disse Glaucia Mendes Souza, professora do Instituto de Química da Universidade de São Paulo e presidente da coordenação do BIOEN.

Ontem, a Agência Internacional de Energia projetou que a demanda diária saltará para o equivalente a 4,5 milhões de barris por dia em 2035. Entre as razões está o consumo nos Estados Unidos, que vai mais que dobrar, e também o surgimento de novos clientes. Até lá, China e Índia devem, juntos, consumir o equivalente a 700 mil barris de etanol por dia. O World Energy Outlook 2012, em Londres, destacou que é uma "boa notícia" para os produtores de combustíveis renováveis, como o Brasil.