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Clipping Ministério do Planejamento

Brasil tem projetos desde 2005

Publicado em 30 agosto 2013

Além do voo experimental da TAM em 2010, a Gol voou com biocombustível no dia 19 de junho do ano passado, durante a conferência da Organização das Nações Unidas sobre o desenvolvimento sustentável, a Rio + 20, usando combustível resultante do processamento de óleo vegetal e gorduras animais.

Antes, em 2005, a Embraer fora pioneira com o lançamento do Ipanema, primeiro avião a ser produzido em série com motor movido a etanol. Estudo feito pela fabricante brasileira de aeronaves em parceria com a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e a Boeing, divulgado este ano, mostra que o Brasil tem um grande potencial para fornecer biocombustíveis de aviação para os mercados doméstico e global.

O relatório "Plano de Voo para Biocombustíveis de Aviação no Brasil" apontou que as plantas que contêm açúcares, amido e óleo, além de resíduos como lignocelulose (biomassa), lixo sólido municipal e gases de exaustão industrial são as matérias-primas mais promissoras para a produção de biocombustível para aviação.

Em 25 de junho deste ano, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou resolução que permite a adição do querosene alternativo ao querosene de aviação (QAV-1), até o limite de 50% em volume, para consumo em turbinas de aeronaves.