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Biotecnologia: como integrar na prática docente a Biologia e a Química nesse assunto polêmico e em constante atualização?

Publicado em 27 abril 2017

Por Antonio Luis e Daniel de Christo

RESUMO

Biotecnologia define-se pelo uso de conhecimentos sobre os processos biológicos e sobre as propriedades dos seres vivos, com o fim de resolver problemas e criar produtos de utilidade. A ampla definição de biotecnologia estar ligada com diversas disciplinas necessárias no aprendizado dos alunos junto com diversas atividades desenvolvidas pelo homem ao longo dos anos, como a produção de alimentos, a biotecnologia moderna vem associada a informação genética , incorporando técnicas ao DNA. Este artigo tem como propósito analisar o estudo da biotecnologia e como interagir na pratica docente da biologia e química. Trata-se de uma pesquisa do tipo bibliográfico e qualitativo, usando o método dedutivo em relação aos objetivos, a pesquisa é do tipo exploratória, baseada em um levantamento bibliográfico e analisando artigos. Conclui-se que o ensino de Biotecnologia nas escolas em geral, é muito deficiente, devido as praticas adotadas pelos professores, práticas que devem sofrer modificações, com o propósito de alcançar ensino-aprendizagem.

Palavras Chaves: Biotecnologia, Química e Biologia.

 

1 INTRODUÇÃO

Atualmente a biotecnologia se caracteriza pela dependência da pesquisa em ciências básicas, pela das diversas disciplinas e complexidade, pela aplicação em diversos setores produtivos, pelos riscos, custos das atividades de pesquisa tornando em aplicações comerciais (MELO et al., 2004).

É constante a divulgação de resultados de pesquisas na mídia envolvendo a biotecnologia, causando-nos impactos positivos e negativos, pois o desconhecido, o

novo nos causa medo e ao mesmo tempo curiosidade e esperança em encontrar soluções para diversos problemas.

Parece que os conteúdos relacionados à Biotecnologia não conquistaram ainda, seu espaço merecido na sala de aula, em grande parte das escolas. Na disciplina Biologia, esses conteúdos estão presentes, mas na maioria das vezes, são abordados de forma não coerente com as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino médio (PCNEM). Em química, a biotecnologia quase sempre fica esquecida, diante da prática pedagógica dos professores desta disciplina e nas outras áreas, este estudo se torna ainda mais insignificante.

O desenvolvimento da biotecnologia exige um setor produtivo capaz de transformar uma base acadêmica e científica em bens e serviços; e a criação de um ambiente institucional proporcionando uma segurança ao empresário e a sociedade como um todo contra aos riscos inerentes às atividades investigativas e produtivas no campo da biotecnologia (ZARRILLI, 2000).

O Presente estudo discorre inicialmente sobre a biotecnologia e como interagir na pratica docente a biologia e a química, através de informações de autores reconhecidos analisando os pontos positivos e negativos desta prática contribuindo para gerar mais pesquisas.

Nessa pesquisa foram avaliadas: o conceito de biotecnologia os seus tópicos históricos e as temáticas abordadas nas disciplinas de biologia e química.


[1] Aluno do curso de Especialização em Metodologia do Ensino da Biologia e Química da FACINTER.

[2] Professor Orientador da FACINTER.

 

2  BIOTECNOLOGIA

De acordo com Magalhães et al., (2009) biotecnologia é de origem grega que estar relacionada com a vida e com suas práticas afim alcançar conhecimentos na área da ciência.

Em sentido mais amplo, a biotecnologia abrange a manipulação do DNA de micro organismo, plantas e animais com o objetivo de obtenção de processos e produtos de interesses, envolvendo atividade dos conhecimentos de fisiologia, bioquímica e genética, como também a utilização de sistemas celulares para a obtenção de produtos e desenvolvimentos de processos (CNPq), aplicação das regras cientificas e da engenharia para os agentes biológicos, uso das técnicas in vitro e do DNA recombinante ( FERNANDES,1987).

A Biotecnologia pode ser entendida sinteticamente como o conjunto de técnicas que permitem a seleção e a modificação de organismos (LOPES, 2005) para obtenção de processos e produtos que interessam à humanidade (SILVA JÚNIOR e SASSON, 2005, p. 163).

Para Takahashi et al.(2008, p.3),o termo biotecnologia está sendo cada vez mais empregado por interagir com as diversas áreas da ciência e com o ser vivo, desenvolvendo procedimentos, métodos e produtos, como o surgimento de vacinas, alimentos, soros, entre outros.

Biotecnologia pode ser definida como “o conjunto de conhecimentos técnicos e métodos, de base científica ou prática, que permite a utilização de seres vivos como parte integrante e ativa do processo de produção industrial de bens e serviços” (CARVALHO, apud VILLEN, 2009, p.1).

 

2.1 Tópicos históricos da biotecnologia

De acordo com SALLES FILHO et al.,2002 a pesquisa em biotecnologia no Brasil no ano de 2000 apresentava os seguintes números: 6.616 pesquisadores, distribuídos em 1.718 grupos e 3.814 linhas de pesquisas. As ciências agrárias e médicas contavam, respectivamente, com 1.075 e 503 linhas de pesquisa.

A partir de um estudo realizado pela Fundação Biominas e da Associação Brasileira de Empresas de Biotecnologia (ABRABI), 304 empresas, 81% estavam concentradas em três estados: São Paulo (42%), Minas Gerais (29%) e Rio de Janeiro (9%). Quanto à distribuição setorial, 55% das empresas se concentravam em três segmentos de mercado: 24% na saúde humana, 17% no fornecimento de equipamentos e insumos e 14% no agro negócios (MELO et al,2004).

Segundo Borém (2006), o homem já lidava com a Biotecnologia na produção de vinhos e pães, muito antes de entender a biologia. César e Sezar (2005), afirmam que as populações de antigas civilizações, no Egito e na Mesopotâmia, já produziam o vinho e a cerveja, aproveitando-se da ação dos microorganismos da fermentação alcoólica.

De acordo com Villen (2009), foi na produção de antibióticos o grande marco de referência na fermentação industrial. A partir de 1928, com a descoberta da penicilina por Alexander Fleming, muitos tipos de antibióticos foram desenvolvidos.

Para Lopes (2005), o ser humano vem criando e aperfeiçoando técnicas de modificação de organismos com base na reprodução seletiva. Seguindo essa mesma linha de raciocínio, Borém (2005), reforça que o conhecimento científico evoluiu continuamente desde Mendel e a genética clássica passou a contar com recursos modernos, originando à genética molecular, nova ciência dentro da biotecnologia. A biotecnologia se concretizou de fato na década de 50, a partir da descoberta e das técnicas de manipulação do DNA.

Para Villen (2009), a biotecnologia nos campos cientifico e tecnológico cresce em ritmo acelerado associado a diversos setores como: biologia molecular, fisiologia, microbiologia, entre outras.

De acordo com Assad (2001), o progresso da biotecnologia contou com o apoio do setor público, dos investimentos na formação de recursos humanos apartir das universidades públicas das instituições como Embrapa e Fiocruz, associados a programas e fundos de financiamento leis especificas, relacionadas com a biosegurança e com os direitos de propriedade intelectual.

Dentre as políticas públicas está a do Governo Federal com o Programa de Biotecnologia e Recursos Genéticos e o Projeto Genoma Brasileiro, onde tem por objetivo promover ações destinadas a conservar recursos genéticos e desenvolvimentos de produtos e processos biotecnológicos com aplicações na produção industrial, na agropecuária e na saúde humana. O projeto do Governo do Estado de São Paulo: Projeto Genoma Fapesp. Em 2001 foi instituído, por meio da Lei n. 10.332 de 19 de dezembro, o Fundo Setorial de Biotecnologia – CT - Biotecnologia, com o objetivo de incentivar o desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro. (MELO et al., 2004).

O mundo segundo Hams (2002), vive em constante evolução e o conhecimento não foge esta regra, a imprensa escrita e falada tem influenciado bastante o alunado trazendo a este um fácil acesso as informações. As recentes descobertas científicas têm se a alargado bastante nas comunidades acadêmicas e ao público em geral através dos meios de comunicações em massa. Portanto com os avanços da biotecnologia e a gama de informações divulgada pela mídia a respeito dessa ciência faz se necessário que a ciência e as tecnologias sejam inseridas nas escolas desde os primeiros anos do ensino educacional, para que haja desde cedo uma conscientização a respeito de domínio tecnológico incluindo os aspectos sociais e éticos. Pois essa conscientização objetiva melhorar a capacidade dos alunos na tomada de decisão.

O ensino ou estudo da biotecnologia é uma questão complexa, abrangendo assim um longo campo da ciência e do conhecimento o que leva a ser ensinado de forma interdisciplinar, pois inclui questões éticas e sociais, MEC, 2006 trata da interdisciplinaridade dos PCNEM, e PCNEM para (MEC, 2000) são apresentados como ferramenta ou processo na área da ciência da natureza possibilitando ao aluno um modelo de desenvolvimento de caráter prático, acompanhado de uma visão crítica sobre os conceitos científicos.

De acordo com Serralheiro e Freire (2002), Rota e Izquierdo (2003), a biotecnologia abrange vários conceitos e conhecimentos de processos tais como organismos geneticamente modificados, como exemplo a indústria do leite, do queijo e cerveja, produtos esses de fermentação conhecida. Através desses conceitos adquire-se um vasto conhecimento nos processos permitindo aos alunos uma competência associada a uma visão do mundo atualizado, possibilitando assim relacionar os processos e suas transformações químicas.

 

2.2  A biotecnologia e a disciplina da biologia

A Biologia, segundo Calluf (2007), apesar da maioria destes conteúdos se relacionarem a situações do nosso cotidiano, o ensino aprendizagem desta disciplina enfrenta dificuldade. O autor aponta alguns dos fatores que interferem no ensino da Biologia, destacando o despreparo do docente tanto no que se refere ao domínio dos conteúdos ministrados, como na didática de parte dos docentes e, por outro lado, à falta de interesse do aluno em aprender. Para BRASIL,

Não é possível tratar, no Ensino Médio, de todo o conhecimento biológico ou de todo o conhecimento tecnológico a ele associado. Mas o importante é tratar esses conhecimentos de forma contextualizada, revelando como e por que foram produzidos, em que época apresentando a história da Biologia como um movimento não linear e frequentemente contraditório. Mas do que fornecer informações é fundamental que no ensino da Biologia se volte ao desenvolvimento de competências que permitam ao aluno lidar com as informações, compreendê-las, elaborá-las, refleti-las, quando for o caso, enfim compreender o mundo e nele agir com autonomia fazendo uso dos conhecimentos adquiridos da Biologia e da tecnologia. (1999, p.225)

Para que aconteça este tipo de aprendizagem tão desejada pelos profissionais de educação, é necessária a utilização de estratégias para a abordagem de temas destacadas pelos autores (BRASIL, 2002); (CALLUF, 2007) e (ROSENAU et al, 2008), como: Estudos do meio – oportuniza a análise do ambiente, entrevistas com moradores, elaboração de propostas visando a melhoria das condições observados, produção de relatórios e documentos de reivindicações. Experimentação: deve ser planejada com objetivos claros que propiciem a elaboração de hipóteses e das demais etapas do método científico, levando o educando a construir conceitos, relacionando assim teoria e prática. Algumas práticas sobre Biotecnologia são possíveis de serem realizadas na escola. Seminários e debate desenvolvem habilidades como organização de idéias, expressão oral, leitura e compreensão de textos pesquisados em jornais, livros diversos, revistas, internet que fundamentem os temas a serem apresentados ou defendidos, respectivamente. Podem ser trabalhados tema relacionados aos seres transgênicos e suas aplicações, células-tronco, bioética, teste de DNA, entre outros. Desenvolvimento de projetos permite contextualização sócio-cultural e a interdisciplinaridade de temas propostos. Podem ser desenvolvidos temas relacionados a Biotecnologia que despertem interesse dos alunos, apesar do tempo restrito do Ensino Médio para este tipo de estratégia.

 

2.3  A biotecnologia e disciplina da química

A Química é uma disciplina participativa no desenvolvimento científico-tecnológico com contribuições importantes, com resultado econômico, social e político (BRASIL, 1999). Sobre a forma tradicional em que os assuntos de química são abordados em sala de aula, Maldaner (2005, apud ROSENAU; FIALHO, 2008, p. 39-40) relatam que os professores de química ao terminar o curso não estão tão preparados a atribuir novas formas didáticas aos assuntos a serem abordados e recorrem aos livros, apostilas ou anotações que foram exposta no decorrer do curso.

Rosenau e Fialho (2008) reforçam que os professores de Química enfrentam uma grande dificuldade na realização de atividades práticas adequadas aos conteúdos trabalhados, levando os alunos à memorização de conteúdos isolados e sem base material.

Para Brasil (1999), é necessário obter mudanças na forma de ensino. Enfatizando que tudo que se aprender e é exposto em sala de aula durante a matéria de química estar relacionado com as transformações que ocorre no mundo, formulando julgamentos sobre as informações que lhe são dadas.

É fundamental no desenvolvimento de estratégias pedagógicas, o uso adequado de recursos didáticos convencionais (vídeos, filmes, cartazes, murais, retroprojetor, etc.) e também das tecnologias de informação. Portanto, é de grande importância que o professor tenha conhecimento para utilizar o computador em sala de aula e consciência e responsabilidade para agir como mentor, a fim de conduzir o aluno para a aprendizagem (ROSENAU e FIALHO, 2008).

De acordo com Zanon et al., (2004), neste processo de adquirir conhecimentos em química, deve levar o aluno a perceber a realidade dos processos químicos, bem como aprender conhecimentos científicos ligados as aplicações tecnológicas e suas implicações ambientais, sociais políticas e econômicas.

Segundo Pedrancini et al., (2007) dizem que tomando como referência o estudo da química, pesquisas recentes revelaram problemas na aprendizagem nessa área de ciências, manifestadas pelas dificuldades dos alunos em emitir opiniões relacionadas aos avanços científicos e biotecnológicos. Esses alunos conservam idéias alternativas e confusas em relação aos conteúdos tratados em diferentes níveis de complexidade. As noções e conceitos confusos sobre processos biológicos estão associados a concepção prévias desses alunos e a valorização da memorização de conteúdos divididos e a reprodução mecânica do conhecimento. Portanto é ético guardar que o ensino de ciências nem sempre exige que os alunos aprendam os conhecimentos científicos de modo a compreendê-los, questioná-los para construir opiniões ou aplicá-los em situações da vida real e para construir conhecimentos em sala de aula.

Para Nunes et al. (2006), Rosa et al. (2007), os educadores da área das ciências devem buscar novas estratégias de ensino para superar as visões inadequadas. Estratégias essas que devem levar em consideração as idéias prévias dos alunos a partir dos quais o professor busca a melhor maneira de preparar o conteúdo e as atividades didáticas para as ações educativas. Desse modo espera-se que estratégias que se ajustem ao ensino da química contribuindo favoravelmente para guiar e introduzir a aluno a uma nova cultura, uma cultura cientifica. Onde o aluno deveria ser capaz de questionar os princípios científicos, analisar processos de produção assim como notar criticamente as influencias sociais e políticas.

 

3  METODOLOGIA

O estudo tem como finalidade proporcionar mais informações sobre a Biotecnologia, com o objetivo de analisar as formas didáticas ministradas em sala de aula das disciplinas de química e biologia.

Trata-se de uma pesquisa utilizando o método dedutivo, pois conforme Alvarenga (2010) é definido como um conjunto de informações retiradas de fundamentações teóricas chegando aos objetivos da pesquisa. Quantos aos objetivos, a pesquisa é do tipo exploratória, pois envolve levantamento bibliográfico e analises de exemplos que estimule a compreensão, desenvolvendo problemas mais precisos ou hipóteses que possam ser pesquisadas por estudos posteriores. (GIL, 2007).

De acordo com Cervo e Bervian (2006) a pesquisa citada é bibliográfica, pois explica um problema através de referencial teórico publicados em documentos, havendo um aprofundamento teórico através da referência de diversos autores publicados.

Sendo uma abordagem do tipo qualitativa, descrevendo e compreendendo as situações e os processos de maneira integral e profunda, considerando o contexto que envolve a problemática da pesquisa ( ALVARENGA, 2010).

O trabalho utilizou artigos no período de maio de 2010 à novembro de 2010, onde visa o aprofundamento sobre como interagir a biotecnologia na prática docente das disciplinas de química e biologia.

 

4  CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conclui-se que a Biotecnologia é uma nova área do conhecimento que vem proporcionado muitos avanços científicos e tecnológicos, e na maioria das vezes, está relacionada com diversas disciplinas, especialmente com o estudo da Biologia e Química.

Com o presente estudo constatou-se que o ensino de biotecnologia nas escolas em geral, é deficitária, porque estar ligada a prática tradicionais de alguns docentes que não sofreram modificações no quesito de expor seus assuntos, no decorrer dos anos. O estudo explicitou que é necessário avanços nos PCNEM +PCN juntamente com a formação dos educadores. Aplicando em sala de aula de forma contextualizada e participativa nessas disciplinas, a utilização de estratégias e recursos que oportunizem ao aluno uma aprendizagem significativa. Faz-se necessário uma mudança de avanço, de reorganização e de ampliação na orientação dos educadores.

Na grande maioria das escolas nota-se que ainda há um grande caminho desconhecido a respeito da biotecnologia, o que seria interessante se os docentes levassem ao aluno em sala de aula um maior conteúdo tecnológico despertando assim um maior interesse a todos e os obrigaria a melhorar a pesquisa aplicando no estudo da biologia e química.

 

REFERÊNCIAS

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