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Biblioteca eletrônica ganha novos recursos de busca e personalização

Publicado em 20 agosto 2007

São Paulo - Principal novidade do SciELO é a recuperação unificada de artigos, independentemente de qual coleção eles façam parte.

Oferecer novos recursos de busca para o acesso integrado às coleções, por meio de diferentes tipos de filtros e categorizações, além de disponibilizar uma série de inovações — como os serviços personalizados, em que o usuário poderá receber artigos, notícias e outros serviços de acordo com seus temas de interesse.

Essas são algumas das novidades do novo portal do programa SciELO (Scientific Electronic Library Online), que foi lançado oficialmente na cerimônia de comemoração de seus dez anos, na quinta-feira (16/08), em São Paulo e estará disponível nos próximos dias.

A biblioteca eletrônica, que no Brasil é mantida pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), pela Fapesp e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), permite acesso gratuito a artigos de dez coleções em oito países — Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Portugal, Espanha e Venezuela —, além de duas coleções temáticas nas áreas de saúde pública e ciências sociais.

"A principal novidade é a recuperação unificada de artigos, independentemente de qual coleção eles façam parte, o que era algo que representava dificuldades na versão anterior do portal", disse Renato Murasaki, coordenador do Escritório de Projetos da Bireme, à Agência FAPESP. "A partir de agora, será possível fazer uma única expressão de busca e trazer, em uma mesma interface, artigos de todas as revistas disponíveis na biblioteca."

São mais de 130 mil artigos em 452 títulos de periódicos certificados. "Como todas as coleções dialogam entre elas no novo portal, teremos a possibilidade de gerar indicadores integrados sobre a rede como um todo, sejam de acesso ou de citações, por exemplo, e não mais indicadores isolados por coleção ou revista. Isso é o que estamos chamando de visão sistêmica da rede", explicou.

*Com informações da Agência Fapesp.