Um defeito persistente no cronista é enveredar-se por assuntos que o intrigam, na esperança de que o leitor também se intrigue. A revista "Pesquisa" da Fapesp, edição de outubro, traz o artigo "A Cor que Invadiu o Sertão" sobre os bandos armados na caatinga nordestina, de fins do século 18 a meados do 20. Que bandoleiros seriam aqueles com tantas armas e badulaques colados à pele, semelhantes a bois de canga, daí o nome "cangaço"? Diferentes do banditismo comum, não almejavam à ocultação; antes, queriam ser vistos e admirados no [...]
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