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Balanço: Foco no mercado e equilíbrio financeiro marcam atuação do IPT

Publicado em 11 abril 2006

No ano de 2005 o IPT - vinculado à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo (SCTDE) - passou por profunda mudança in-terna, realizando esforços de gestão com foco na área externa. Migrou de um modelo de organização do conhecimento com base em divisões técnicas, para centros tecnológicos voltados à ação externa. Foi implementado um processo de mudança planejado para adequar dinamicamente o Instituto ao seu ambiente de atuação. Buscou-se sua Refocalização, Reorganização, Redimensionamento e Reconhecimento, o processo dos "4Rs".
As ações que permitiram refocalizar as atividades técnicas e que conduziram ao desempenho financeiro positivo no período foram apresentadas em um Compromisso de Gestão concebido pelo próprio Instituto, no início de 2005, e proposto às secretarias paulistas da Fazenda, Planejamento e SCTDE.
O objetivo foi consolidar de maneira permanente a atuação do IPT. O quadro de pessoal foi reduzido em 10%, foi feito um equacionamento das dívidas e atualização dos recursos públicos operacionais. O Instituto foi além do cumprimento integral este Compromisso, superando no que diz respeito às receitas próprias.
Apesar do período marcado por dificuldades, com apoio da SCTDE, Planejamento e Fazenda, o IPT encerrou 2005 com um balanço financeiro positivo, o que ocorrera apenas uma vez nos últimos 30 anos, desde que o Instituto tornou-se uma S. A.
O IPT também investiu na sua capacitação e modernização laboratorial mantendo e, em alguns casos até aumentando, sua relevância tecnológica para o setor produtivo para as políticas públicas. Incorporou ao patrimônio bens e equipamentos tecnológicos no valor de R$ 3 milhões, dos quais 1,2 milhão de reais com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
Também adquiriu equipamentos no valor de 1,8 milhão de reais em projetos contratados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com recursos de fundos setoriais.
Segundo o diretor superintendente Guilherme Ary Plonski, 2005 foi um ano de superação. "Conseguimos o equilíbrio financeiro num período de grandes ajustes, o que não é fácil. Fomos criativos sem perder o equilíbrio, realizando sem gastar mais do que podíamos."