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Regininha

Atividades sobre a globalização e seus fluxos (1 notícias)

Publicado em 24 de junho de 2018

Regininha

1. O que você entende por empresa transnacional? Explique por que as transnacionais se expandiram pelo mundo, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, e avalie se esse processo continua ocorrendo nos dias atuais.

2. Com suas palavras, defina globalização. Discuta se os fluxos da globalização atingem igualmente todos os lugares do mundo e relacione esse fato com o meio técnico-científico informacional.

3. Explique como ocorre a expansão dos capitais produtivos e especulativos pelo mundo.

4. Em sua opinião, de que forma está se criando uma cultura massificada no mundo? Você identifica resistências a esse processo? Dê exemplos.

5. As empresas transnacionais ou multinacionais, são um dos principais agentes da globalização; são as grandes responsáveis pelo fluxo de capitais produtivos, pela mundialização da produção.

Em grupo, releiam o texto "A empresa multinacional", troquem ideias sobre ele e citem aspectos positivos e negativos da expansão mundial dessas corporações. Listem os benefícios que elas trazem e os problemas que causam nos países onde se instalam.

Depois, individualmente, escreva um pequeno texto que responde as questões a seguir:

a) Qual é a sua opinião sobre essas empresas?

b) Como você observa a atuação delas em seu cotidiano?

c) Você identifica por parte delas um apelo ao consumo direcionado ao público adolescente?

6. Leia o texto a seguir e discuta com seus colegas de grupo, peocurando:

a) explicar o que é "globesidade".

b) relacionar esse fato com os dados apresentados no item "Mundialização dasociedade de consumo", destacando o papel das redes internacionais de fast-food e de outras indústrias alimentícias nesse processo.

c) refletir sobre algumas formas de frear o crescimento da obesidade entre a população, especialmente entre os mais jovens, destacando o papel dos governos e dos cidadãos-consumidores.

Epidemia de "globesidade"

Estima-se que um quinto da população mundial esteja com excesso de peso. Entre esses, há 300 milhões que são considerados obesos. Pior: esses números têm aumentado nas últimas décadas.

Essas informações abriram a palestra “Atualização da epidemia global de obesidade”, proferida pela professora Mary Schmidl, do Departamento de Nutrição e Ciência dos Alimentos da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. (...)

“É uma doença que está em todas as faixas etárias, grupos éticos e classes sociais. Ela também atinge tanto homens como mulheres. Essa espécie de onipresença motivou a criação do termo ‘globesidade’ (globesity, em inglês)”, contou.

Segundo Mary não há um vilão único para a epidemia. (...)

A pesquisadora apontou exemplos. A indústria e os comerciantes de alimentos estariam habituando os consumidores a porções cada vez maiores. Garrafas de refrigerante, hambúrgueres, pacotes de salgadinhos, caixas de cereais, entre outros produtos industrializados, têm aumentado de tamanho nos Estados Unidos desde a década de 1970.(...)

Os governos também têm a sua parte de culpa. As políticas públicas teriam muito ainda a avançar. Uma ideia é sobretaxar alimentos menos saudáveis e estimular o consumo de vegetais. “Se o governo estipulasse um imposto de US$ 0,01 para cada onça (28,3 gramas) de refrigerante vendido, só na cidade de Nova York seriam arrecadados US$ 1,2 bilhão por ano”, disse.

A pesquisadora também coloca parte da responsabilidade nos próprios consumidores. Segundo ela, cada um teria que ter um compromisso com a sua saúde, não só procurando melhorar a qualidade e adequar a quantidade dos alimentos consumidos como também criar hábitos de fazer exercícios físicos. (...)

Mary também propõe a rotulagem de alimentos explicitando a sua caloria e composição nutricional (o que já ocorre no Brasil) e a proibição das máquinas automáticas de guloseimas, que são mais comuns nos Estados Unidos. Para ela, essas máquinas deveriam vender somente água mineral, um produto cujo consumo, segundo ela, deveria ser mais incentivado de maneira geral.

(REYNOL, Fábio. Epidemia de "globesidade". Agência de notícias da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), 9 dez.2009)