Notícia

Jornal GGN

As raízes do conservadorismo brasileiro, no estudo da Inquisição

Publicado em 23 dezembro 2013

Por José Tadeu Arantes, da Agência FAPESP

Por Camila Fachini

Nassif,

falando em conservadorismo, você viu que interessante esta matéria da Agência FAPESP?

http://agencia.fapesp.br/18403

Como a Inquisição atuava no Brasil

20/12/2013

Agência FAPESP – Como o Tribunal da Inquisição, sediado em Lisboa, conseguiu se fazer presente até mesmo nos confins do Brasil colonial, coletando denúncias, prendendo pessoas e levando-as para serem julgadas em Portugal? Com quais instituições a Inquisição se relacionava? Que setores sociais cooperaram com ela? Essas foram as perguntas que inspiraram a tese “Poder eclesiástico e Inquisição no século XVIII luso-brasileiro: agentes, carreiras e mecanismos de promoção social”, apresentada por Aldair Carlos Rodrigues no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, para a obtenção do título de doutor.

O estudo – orientado por Laura de Mello e Souza, como parte do Projeto Temático “Dimensões do Império Português” – recebeu o Prêmio Capes 2013 (área de História) e o Grande Prêmio Capes de Tese Darcy Ribeiro (que abrange as grandes áreas de Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes e Multidisciplinar-Ensino e Interdisciplinar), oferecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação (MEC).

Camila Fachini