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ARTIGO: Metrô de São Paulo terá painéis com perguntas sobre genética

Publicado em 03 julho 2014

Por Daniela Bernardi

Você sabia que o DNA de uma mosca é 60% semelhante ao seu? Essa e outras informações sobre genética estarão em cartazes espalhados pelo metrô de São Paulo e por 15 terminais de ônibus (ainda não definidos) a partir de 7 de julho.

Serão três modelos diferentes de painéis. Além do cartaz que trata do DNA da mosca, outro traz a informação de que 11% do DNA do homem é igual ao do arroz. Outro, mostra um homem e um chipanzé, animal que compartilha 96% do DNA com os seres humanos.

"Mesmo que você não faça macaquices, a semelhança genética é bem grande", brinca o texto do cartaz.

Segundo Eliana Dessen, coordenadora de educação e difusão do CECH-CEL (Centro de Pesquisa Sobre o Genoma Humano e Células-Tronco da USP), que é chefiado pela geneticista Mayana Zatz, a intenção dos cartazes é atrair o interesse das pessoas pela ciência.

Na primeira fase do projeto, batizado de Semear Ciência, serão distribuídos 66 de cada um dos três modelos de cartaz por todas as estações do metrô e em terminais de ônibus da capital paulista.

Quem se deparar com os cartazes poderá utilizar um código de barras para aparelhos celulares para visualizar mais informações sobre o assunto no site do projeto: www.ib.usp.br/biologia/projetosemear/diferentes.

Com linguagem simples, o portal também aborda outras questões da genética, como sequenciamento do genoma.

A exposição, intitulada "Diferentes, mas semelhantes", ficará nas estações durante três meses.

NAS ESCOLAS O projeto também vai para as escolas. A ideia é enviar, em agosto, cartazes para as 3.775 escolas públicas do Estado de São Paulo.

O objetivo, diz Rodrigo Mendes, educador do centro, é cativar os alunos antes que eles aprendam a teoria, "que é mais chata".

O projeto custou R$ 40 mil. O dinheiro foi usado na impressão dos cartazes e no desenvolvimento da plataforma on-line. Os recursos são da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

O próximo tema de exposição do projeto será a influência da genética e do ambiente no comportamento das pessoas, como no alcoolismo e na sexualidade. A nova mostra deve começar no final deste ano ou no início do ano que vem.

DANIELA BERNARDI é trainee do 2º Programa de Treinamento em Jornalismo de Ciência e Saúde da Folha, com patrocínio institucional da Pfizer Serão três modelos diferentes de painéis. Além do cartaz que trata do DNA da mosca, outro traz a informação de que 11% do DNA do homem é igual ao do arroz. Outro, mostra um homem e um chipanzé, animal que compartilha 96% do DNA com os seres humanos.

"Mesmo que você não faça macaquices, a semelhança genética é bem grande", brinca o texto do cartaz.

Segundo Eliana Dessen, coordenadora de educação e difusão do CECH-CEL (Centro de Pesquisa Sobre o Genoma Humano e Células-Tronco da USP), que é chefiado pela geneticista Mayana Zatz, a intenção dos cartazes é atrair o interesse das pessoas pela ciência.

Na primeira fase do projeto, batizado de Semear Ciência, serão distribuídos 66 de cada um dos três modelos de cartaz por todas as estações do metrô e em terminais de ônibus da capital paulista.

Quem se deparar com os cartazes poderá utilizar um código de barras para aparelhos celulares para visualizar mais informações sobre o assunto no site do projeto: www.ib.usp.br/biologia/projetosemear/diferentes.

Com linguagem simples, o portal também aborda outras questões da genética, como sequenciamento do genoma.

A exposição, intitulada "Diferentes, mas semelhantes", ficará nas estações durante três meses.

NAS ESCOLAS

O projeto também vai para as escolas. A ideia é enviar, em agosto, cartazes para as 3.775 escolas públicas do Estado de São Paulo.

O objetivo, diz Rodrigo Mendes, educador do centro, é cativar os alunos antes que eles aprendam a teoria, "que é mais chata".

O projeto custou R$ 40 mil. O dinheiro foi usado na impressão dos cartazes e no desenvolvimento da plataforma on-line. Os recursos são da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

O próximo tema de exposição do projeto será a influência da genética e do ambiente no comportamento das pessoas, como no alcoolismo e na sexualidade. A nova mostra deve começar no final deste ano ou no início do ano que vem.

DANIELA BERNARDI é trainee do 2º Programa de Treinamento em Jornalismo de Ciência e Saúde da Folha, com patrocínio institucional da Pfizer