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Agricultura de SP Desenvolve Embalagem Flexível Para Comercializar Palmito

Publicado em 04 março 2020

Por Assessoria de Comunicação | Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado por meio do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), desenvolveu embalagens flexíveis para o acondicionamento do palmito em conserva com mesma capacidade de frascos tradicionais. A nova tecnologia apresenta vantagens aos produtores, como redução no tempo de processamento térmico com consequente redução do consumo de energia e menor peso e volume da embalagem, devido à reduzida espessura de corte transversal quando comparada com a lata. Tudo isso favorece a tomada de decisões no campo logístico por propiciar melhores e mais baratas condições de transporte do produto final.

A pesquisa envolvendo utilização de embalagens flexíveis para o acondicionamento do palmito em conserva surgiu em 2013, a partir da necessidade de adequação das condições de industrialização do produto. O projeto intitulado “Desenvolvimento de tecnologia para processamento de palmito em conserva acidificada, acondicionada em embalagens flexíveis compostas por diferentes polímeros” foi desenvolvido pelo Ital e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Alternativa

A tecnologia desenvolvida pela pasta propicia à indústria processadora de palmito em conserva uma alternativa segura e com menor custo para a industrialização de palmito em conserva. Trata-se de um excelente exemplo para elucidar a importância da utilização de recursos públicos em pesquisa tecnológica, cuja aplicação favoreceu o setor agroindustrial, um dos setores que mais necessitam de apoio para se desenvolver.

A pesquisa durou em média dois anos e contou com uma equipe de 20 provadores treinados, que avaliaram as amostras de palmito acondicionado em embalagens flexíveis comparando-as com o palmito acondicionado em potes de vidro. Foram avaliados a aparência, cor e odor característico do palmito.

Atualmente, a secretaria trabalha na transferência dessa tecnologia às indústrias, facilitando a produção e gerando oportunidades de lucro.

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