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“Acontece que só o Covid morre”, disse Bolsonaro, questionando a profissão da UTI.

Publicado em 19 março 2021

Em meio ao auge da pandemia no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) questionou a forte profissão dos hospitais – muitos estados estão à beira do colapso – e disse que é obrigatório separar os presos por meio de Covid. . -19 outras doenças.

“Acontece que apenas Covid morre, você entende, você pode ver o Array. Os hospitais ocupam 90% dos COUs. Quantos são Covid e quantas outras doenças?”Saída de Palecio da Alvorada.

O discurso de Bolsonaro sugere que outras pessoas internadas por outras razões podem ser simplesmente consideradas nas taxas de ocupação dos hospitais que receberam alta, o que é incorreto. Os números de capacidade hospitalar são exclusivos para leitos de cuidados extensivos para o remédio coronavírus.

As declarações foram transmitidas através de um site bolsonarista, em um vídeo com edição e cortes no discurso do presidente. “Claro que precisamos de uma solução, nos arrependemos de qualquer morte. Por que há um confinamento? Em março, abril [ano passado]. “Raramente é muito esticar a curva? Ninguém esqueceu, outras pessoas não se comunicam sobre esticar o It para não ter um grande número de outras pessoas inflamadas porque não há outras pessoas na porta do hospital?Disse.

O caso de Manaus tem demonstrado que, embora haja um grande número de outras pessoas infectadas em primeiro lugar, é imaginável ter uma nova caverna com o objetivo de suavizar o isolamento e cobrir medidas, como o próprio presidente, que se opõe a ela. no bloqueio, ele argumenta.

Com base no conhecimento da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (AM), o especialista em doenças infecciosas Julio Croda disse à Agancia Fapesp que 99% dos novos casos notificados em Manaus são outras pessoas que nunca tiveram a doença antes, ou seja, não são reinfecções. .“Nessa onda no momento, a maioria dos pacientes vinha das categorias A e B, que controlavam ficar longe da primeira onda. A evidência é que a fórmula de cuidados físicos pessoais tem sofrido com o esgotamento público, ao contrário do que aconteceu em abril. 2020. Após a flexibilização das medidas de controle, o vírus começou a circular de forma mais intensa e atingiu o componente da população mais sensível”, explica Croda, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e professora da Federal. Universidade de Mato Grosso do Sul (UFMS).

O Brasil registrou número recorde de óbitos consistentes com o Covid-19. O país registrou 2. 736 mortes quarta-feira de Covid (17), o maior número na época da pandemia, e registrou 19 dias consecutivos na média móvel de óbitos, que agora está em 2031. Com os novos números, o total de óbitos pela doença no Brasil chegou a 285. 136 óbitos.

Diante dos danos causados à popularidade do governo com o acúmulo de mortes e a lentidão da vacinação, Bolsonaro repetiu um gesto de moderação nas últimas semanas: ele e seus assessores têm abraçado a defesa da ampla imunização da população, em oposição à retórica antivacina seguida no ano passado pelo presidente.

No entanto, em uma troca verbal com apoiadores, Bolsonaro criticou laboratórios negociando contratos com o governo federal.

Referindo-se aos comentários que recebe nas redes sociais com pagamento da vacina, Bolsonaro disse que quem faz esse tipo de solicitação é “malicioso” ou “burro”. Então o cara diz: “Preciso de uma vacina, onde ele está?vacina? Sou propenso a erros”, disse ele.

Em outro trecho, Bolsonaro disse que tentou “derrubar o governo”. Eu acho que este é um dos poucos países do mundo onde eles precisam derrubar a pré-inspeção que está aqui. Eles não fornecem a solução. Quando eu disser, me dê um país onde a luta contra o Covid está indo bem, há, aqueles que precisam me derrubar, o que você faria se fosse eu?Onde você tem uma vacina para venda?? Olha o que aconteceu agora: eu não preciso me comunicar sobre a marca, esta é uma vacina que tem uma dúzia de países que não vão mais aplicá-la. Tem um espertinho [que] me ligou [e disse]: “Por que você não compra essa vacina?”Eu disse, cara, se esses países não se aplicam, pelo menos é muito suspeito”, disse ele. Bolsonaro não especificou a qual vacina se refere. Nos últimos dias, 19 países europeus suspenderam a aplicação da vacina Oxford/AstraZeneca para garantir que não estejam relacionados a aspectos mais graves dos efeitos da Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, é pressionado a que os benefícios do imunizante superem todos os riscos.

Apesar do discurso de Bolsonaro, essa vacina expressa comprada pelo governo federal é produzida por meio da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e é implementada no Brasil.

O representante também se referiu às negociações com a Pfizer, denúncia da rejeição do governo às doses dadas no ano passado.

“Quando não comprei a Pfizer no ano passado, outras pessoas me criticaram. Agora [o] cara que ele criticou perguntou a ele: você leu o contrato lá?O cara é ignorante e precisa criticar. O contrato, entre outras coisas. Não somos culpados de quaisquer efeitos colaterais. Como vou comprar uma vacina como essa?Ninguém pode processá-los aqui [Pfizer] aqui. Eu tive que apelar no exterior para eventualmente financiar movimentos contrários às corporações. “. Uma empresa que nunca tinha sido notada antes “, disse ele.

Após o Congresso Nacional aprovar uma lei que autoriza o governo a assumir essas responsabilidades, o Planalto anunciou a aquisição de doses de vacina da empresa farmacêutica norte-americana, que hoje é amplamente utilizada em países como Estados Unidos e Israel.

O parceiro de Bolsonaro também criticou a eficácia da vacina Coronavac, aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em janeiro para uso emergencial. “Como é uma emergência [a Anvisa] acaba dando sinal verde, como fez com a Coronavac, com 50% não sei que chance [de efetividade]. Um pouco mais e seria abaixo de 50%”, disse ele.

Coronavac é o pilar da vacinação no país, como um ativo político do governador de São Paulo, Joel Doria (PSDB), adversário de Bolsonaro.

Bolsonaro chegou a tal lugar que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, não comprou a vacina, mas teve que recuar após pressão de governadores e prefeitos.

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