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Jornal da Ciência online

A aposta da ButanVac

Publicado em 06 maio 2021

Nova candidata a vacina usa como antígeno versão mais estável da proteína spike

Uma segunda geração modificada da proteína spike do coronavírus Sars-CoV-2, causador da Covid-19, faz parte de uma nova candidata a vacina de baixo custo contra a doença que recentemente entrou em testes clínicos, em seres humanos, nos Estados Unidos, Vietnã e Tailândia, denominado genericamente de NDV-HXP-S. Proteína de superfície do novo coronavírus, a spike é a responsável por se ligar a receptores na superfície de células humanas e desencadear a infecção pelo Sars-CoV-2. Por isso, tende a ser empregada nas vacinas contra Covid-19 como antígeno, ou seja, o elemento reconhecido como externo pelo sistema imunológico que serve de alvo para a produção de anticorpos especificamente voltados para combater um patógeno. A HexaPro, nome da segunda versão modificada da spike, é uma forma aprimorada da representação tridimensional dessa proteína. Segundo seus criadores, ela é mais estável e fácil de conservar do que sua versão anterior, a 2P. No Brasil, a única vacina em desenvolvimento com a HexaPro é chamada de ButanVac e será produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo.

Leia a íntegra: Pesquisa Fapesp